Lendas urbanas sobre a escola Base
Luciana do Rocio Mallon .
Neste espaço podes ler lendas urbanas, histórias de terror, curiosidades, fenómenos paranormais.

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O Paulo era o rapaz mais incrível do mundo: giro, inteligente, simpático, carinhoso... Tinha tudo para ser feliz! Tinha dezenas de raparigas apanhadas por ele! Entre elas estava a Bia, nem muito gira, nem muito feia, nem mais simpática, nem mais inteligente do que as outras. Ela sabia disso, mas estava tão apanhada pelo Paulo que tinha de fazer algo para descartar todas as rivais do seu caminho. Ao passear pela rua encontrou uma bruxa e decidiu perguntar-lhe o que podia fazer para ter o caminho livre. A bruxa explicou-lhe que, para deixar um rapaz apaixonada para sempre, tinha que dar a volta a um poço de mãos dadas com ele, desta forma o seu amor seria tão profundo como o poço e nunca mais teria fim! A Bia começou a rir. «Que parvoíce!», pensou ela. E a bruxa zangou-se tanto que lhe deu um empurrão, então a Bia foi-se embora sem-lhe pagar! Passaram-se meses e a coisa não melhorava, mas um dia ela foi com os amigos passear pelo campo e encontrou um poço de pedra! «E se...?», pensou. O que podia perder por experimentar? A Bia disse ao Paulo para se aproximar do poço e, sem que ele esperasse, pegou-lhe nas mãos. Então a Bia sentiu algo profundo, tão profundo como a água do poço e descobriu que não era o seu amor, mas sim, que tinha caído dentro do poço e que a tinham empurrado! E então quanto esperva que a salvassem, viu o reflexo maligno da bruxa, nas águas do poço.
Fonte: Super Pop
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Naquela noite, a Paula e os seus amigos entraram num colégio abandonado para jogar ao tabuleiro da verdade. Queriam chamar espíritos! Quando entraram, alguém começou a chamá-los e a dizer que marcaria as suas vidas para sempre. «Qual é o teu nome?», perguntou o Teodoro em voz alta.
«Alma», respondeu alguém do além. «Queres falar connosco?», continuou o Teodoro.
«Sim, mas aqui não, na sala H». E desapareceu! Olharam uns para os outros com caras assustadas, mas foram ver onde ficava a sala. Era na cave. «Alma, estás aí?», perguntaram. «Sim, estou aqui», respondeu. «Porque é que nos trouxeste para aqui?», perguntou a Paula. «Para me vingar». Os rapazes assustaram-se, atiraram ao ar o tabuleiro e tentaram fugir, mas a porta estava fechada. De repente, sentiram um arrepio e naquele instante viram uma mulher queimada. Parecia um diabo... Ela atirou-se para cima da Paula! Agarrou-a e disse: «Mata um dos teus amigos, só assim descansarei em paz». A Paula gritou que nunca faria isso... e a mulher atirou-a contra a parede. Estava zangada e acabou por atacar toda a gente... No dia seguinte o contínuo da escola encontrou o grupo todo banhado em sangue. Ainda estavam vivos. Já recuperados, descobriram que aquela mulher tinha morrido num incêndio, porque ninguém tinha ido até à cave para a salvar...
Naquela noite, a Paula e os seus amigos entraram num colégio abandonado para jogar ao tabuleiro da verdade. Queriam chamar espíritos! Quando entraram, alguém começou a chamá-los e a dizer que marcaria as suas vidas para sempre. «Qual é o teu nome?», perguntou o Teodoro em voz alta.
«Alma», respondeu alguém do além. «Queres falar connosco?», continuou o Teodoro.
«Sim, mas aqui não, na sala H». E desapareceu! Olharam uns para os outros com caras assustadas, mas foram ver onde ficava a sala. Era na cave. «Alma, estás aí?», perguntaram. «Sim, estou aqui», respondeu. «Porque é que nos trouxeste para aqui?», perguntou a Paula. «Para me vingar». Os rapazes assustaram-se, atiraram ao ar o tabuleiro e tentaram fugir, mas a porta estava fechada. De repente, sentiram um arrepio e naquele instante viram uma mulher queimada. Parecia um diabo... Ela atirou-se para cima da Paula! Agarrou-a e disse: «Mata um dos teus amigos, só assim descansarei em paz». A Paula gritou que nunca faria isso... e a mulher atirou-a contra a parede. Estava zangada e acabou por atacar toda a gente... No dia seguinte o contínuo da escola encontrou o grupo todo banhado em sangue. Ainda estavam vivos. Já recuperados, descobriram que aquela mulher tinha morrido num incêndio, porque ninguém tinha ido até à cave para a salvar...
Créditos: Revista Super Pop nº 279