domingo, agosto 21, 2011

Casa assombrada em Alcântara recebe visitas guiadas à noite

Casa Assombrada abre as suas portas

Reza a história que uma casa abandonada, em Alcântara, está assombrada. O Teatro Reflexo viu nela o cenário perfeito para visitas guiadas à noite, uma iniciativa nunca feita em Portugal

Expectantes, os 16 curiosos murmuram sobre o que os espera antes da visita à casa-fantasma. Sofia e Luís, um jovem casal de namorados, acharam a ideia original e tencionam ser surpreendidos. Não sabem o que os espera, mas «o facto de ser um programa diferente com uma história e mistério associados» desperta-lhes a curiosidade. «Não é romântico, mas é um programa diferente».

E o que leva as pessoas a fazerem visitas durante a noite a uma casa que se diz assombrada? Na sala de espera, que funciona como uma galeria de arte, um grupo de amigos especula sobre as suas motivações. «Vim pelo desconhecido e pela excitação de não saber bem o que é. A ideia é experimentar a sensação do medo entre amigos. Sozinha não vinha! Imaginei uma casa antiga vazia, uns barulhos, umas almas penadas. O meu marido acredita em fantasmas, eu não». Cépticos ou não, todos vêm pelo medo do desconhecido, o coração a bater abruptamente, os arrepios sempre que se ouve uma história que foge ao convencional.

O casarão antigo, fechado há anos porque ninguém consegue permanecer nele durante muito tempo, vai ser demolido. Até que isso aconteça, o proprietário convidou o encenador e director artístico do Teatro Reflexo, Michel Simeão, para dinamizar culturalmente o espaço. «Quando conheci a casa fiquei completamente fascinado. Só a casa dá-nos tudo mas, além disso, comecei a ouvir histórias sobre as duas famílias que aqui viveram e soube logo o que queria fazer», conta Michel. A ideia partiu de um conceito existente no Reino Unido e nos EUA, onde se fazem este tipo de programas. Michel teve contacto com esta experiência há seis anos, quando visitou casas assombradas na Escócia. Decidiu manter a casa como a encontrou, sem decorar ou mudar as coisas de sítio, uma vez que já é assustadora o suficiente, oferecendo todo um imaginário fantasmagórico.

Não é a Casa do Terror da Feira Popular

Um aviso é feito desde logo pelos organizadores, para não equivocar os visitantes. «Isto não é a Passagem do Terror da Feira Popular». Durante a visita de 70 minutos, não há qualquer tipo de representação, apenas relatos das histórias que lhes chegaram aos ouvidos.

Sem luz eléctrica, apenas com foco, os participantes são convidados a explorar as divisões da casa apalaçada do século XIX, que pertenceu ao Conde da Ponte. No escuro, são relatadas as histórias e acontecimentos paranormais das famílias que habitaram a casa outrora. «Vamos sugestionando as pessoas a pensar noutras coisas para além do universo dos fantasmas. Há todo um universo de energia e fenómenos que não sabemos explicar, mas a nossa mente vai logo para o fantasmagórico», explica Michel.

O grupo quer desmistificar o medo e proporcionar uma experiência diferente, «aliciando as pessoas a fazerem determinadas coisas ao longo do percurso». Os participantes são expostos a situações de maior fragilidade com o intuito de se perceber como reagem à sugestão do medo. «Toda a experiência tem a ver com o tipo de pessoas que cá está, porque o medo é de fácil contágio. Se uma pessoa está ao nosso lado e se assusta, isso também nos vai assustar».

O encenador conta-nos que já houve pessoas que desistiram a meio por estarem altamente sugestionadas. «Há algumas que saem de lá disparadas porque ao mínimo de barulho que possam ouvir, como o estalar da madeira ou um carro a passar, é o suficiente para se assustarem».

Apesar de não acreditar neste tipo de coisas, Michel tem medo de permanecer sozinho na casa. «Não acredito em bruxas, mas que as há, há». Afirma que nunca viu nada mas que há uma coisa que lhe causa impressão. «O cão que anda sempre connosco não sobe para o segundo andar da casa, que é o sítio que dizem que tem uma carga mais pesada. Acredito que os animais têm um poder de sentir essas coisas».

Finda a visita, o grupo que coabitou o palacete cochicha a experiência (des)assombrada que sentiu na pele. Ou não. Cristina confessa que houve um momento em que sentiu medo «porque estava à espera de algo, que não chegou a acontecer». Paulo, que andou a vaguear pela escuridão sozinho, ficou decepcionado consigo mesmo. «Estava convencido que ia ter emoção e não senti nada. Estive a tentar ouvir barulhos e não ouvi nada, que chatice!».

As visitas, que começaram no dia 13 de Julho, e acontecem às quartas e quintas-feiras, às 22h00 e às 00h00, já estão esgotadas até ao final do mês, mas poderão ser prolongadas até Setembro. Homens e mulheres maiores de 16 anos testam os seus limites, temores e receios nesta iniciativa pioneira em Portugal. «Já fizemos uma sessão para uma despedida de solteira. Foi muito engraçado, houve gritos pela casa toda». Já os homens aparecem sempre com uma «postura de durões». «Quando se assustam há uma defesa muito grande que eles têm de impor e nota-se que se controlam mais para não mostrarem medo às namoradas».


Local da casa: Travessa do Conde da Ponte, nº21, 1300 Lisboa, Portugal

Fonte do texto: Semanário Sol Online - jornalista Rita Osório

Fonte da fotografia: DN Artes

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quinta-feira, fevereiro 03, 2011

A bruxa

Cristina era uma socióloga respeitada. Especializou-se no estudo da época da inquisição, quando, sob o manto da igreja, pessoas eram queimadas sob acusação de bruxaria. Através de suas pesquisas concluiu que, na maioria das vezes a perseguição era política, os acusados nunca haviam se envolvido com satanismo. Alguns casos pareciam típicos de doentes mentais, que mais deveriam ir para o sanatório que para fogueira. Um caso, contudo, chamou-lhe a atenção: Catarina, uma mulher do século XVII, queimada num povoado do interior, conhecida como a maior das feiticeiras. As lendas que dela se contavam perduravam até os dias atuais, sobre seu poder e maldade. Morrera queimada, jurando vingança. Cristina viajara para a cidade que se desenvolvera perto do antigo povoado onde a bruxa teve seu fim. Verificou que ,apesar dos séculos, as pessoas conheciam histórias sobre ela, havendo inclusive aqueles que jurassem ter visto reunião de demônios comandados por Catarina em um vale próximo. Cristina ia assim juntando material para uma nova tese, sobre o imaginário popular. Algumas coincidências, porém, logo chamaram-lhe a atenção. De tempos em tempos sumiam crianças na região, que nunca eram encontradas. Assim como começavam, os desaparecimentos terminavam. Catarina era considerada culpada, mesmo séculos após ter morrido. O fato é que nunca qualquer pista foi encontrada. Justamente após sua chegada na cidade, crianças começam a sumir, sem deixar vestígios. Havia mais de cinqüenta anos que aquilo não acontecia, portanto não poderia ser a mesma pessoa. Três garotos estavam desaparecidos. Não havia pista alguma, uma testemunha que fosse. Cristina envolveu-se com as investigações. Sentia que, se desvenda-se aquele crime, poderia explicar a estranha influência que aquela lenda exercia sobre a população daquele lugar. Passado algumas semanas nada de novo havia sido descoberto. Das outras crianças não mais foram vistas. O delegado local pensava até em pedir ajuda federal. Cristina não dormia direito, procurando, pela lógica, encontrar uma solução. Um dia a socióloga aparece na delegacia. Não havia dormido a noite anterior. Apesar de cientista tinha uma intuição. Visivelmente alterada, pediu ao delegado que a acompanhasse com alguns policiais. Foram ao local onde, pelos relatos que descobrira, Catarina havia cumprido pena. Era um pequeno vale. Movida por uma força estranha, Cristina, com as mãos escava o sopé de um morro próximo. A terra estava fofa. Os pequenos ossos não demoraram a aparecer. Ao ver tudo aquilo, o rosto de Cristina se transformou. À vista incrédula dos policiais, ela começava a gritar palavras incompreensíveis. Era como se duas almas lutassem por um só corpo. Suas feições iam, aos poucos, se transformando. Ela despiu-se até que, completamente nua começou a dançar freneticamente, num ritmo cada vez mais rápido, começou a levitar. De seus olhos, emanava o próprio mal. Cristina havia sacrificado aquelas crianças. Sem saber, seu corpo fora apossado por Catarina, que assim executava a sua vingança.

Lenda de Samira

Fonte: Mr Malas

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sábado, setembro 25, 2010

"Bruxaria e Criaturas Fantásticas" em exposição

O Centro de Exposições do Freeport, em Alcochete, inaugura hoje a exposição "Bruxaria e Criaturas Fantásticas", com o historiador José Paiva a considerar que as pessoas podem aprender sobre o fenómeno em Portugal.








Fonte: Sapo Notícias e Correio da Manhã

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domingo, junho 27, 2010

Relato do jogo do copo


Irei hoje publicar-vos um relato que recebi por e-mail. A autoria é de Patrícia Matias e relata a sua experiência com o jogo do copo.

«Entre 2006 e 2008 (não sei bem o dia nem o mês) eu e mais duas amigas decidimos fazer a "brincadeira" do jogo do copo! Eu sempre fui muito crente em relação ao paranormal embora nunca tivesse passado por um caso... Continuando...
Fomos para casa de uma amiga minha, preparámos tudo, acendemos velas, etc... A minha amiga tinha dois gatos: um estava no quarto dela, o outro estava ao pé de nós, mas ela fechou-o no corredor!!! Quando começámos a jogar, estávamos a rir, para variar, (brincadeira parva)... Começámos a jogar, fizemos perguntas, o copo mexia; mas eu reparei que era uma delas que estava a mexer o copo!!! Eu tirei o dedo do copo, cruzei os braços e disse que não acreditava em nada daquilo. De repente, o gato dela salta para cima da mesa e uma das velas apaga-se. Foi, então, aí que senti uma chapada em cada lado da cara =S (acreditem não é a melhor sensação do mundo)... Eu, assustada, arrumei as coisas. A minha amiga abre a janela e atira o copo do 4º andar até ao R/C! - -' RESULTADO: o copo não partiu e era de vidro!... Bem, eu assustada com tudo isto, arrumei as coisas e fui-me embora com a minha outra amiga. Estávamos a descer a rua, e ela disse-me que tinha qualquer coisa na cara. Eu parei num café para ir à casa de banho e tinha a marca de uma mão na minha face esquerda e um arranhão na face direita. Passado uma hora, já tinha desaparecido! É como se tivesse sido um AVISO!!! Até hoje nunca mais fiz essa brincadeira e, de vez em quando, tenho a sensação de que não estou sozinha!!! Se é que me percebem! Por isso, a todos que nunca fizeram, CUIDADO! Às vezes, há certas coisas que não podemos, nem conseguimos explicar!!!»

De qualquer forma, agradeço-lhe que me tenha mandado o seu relato e por ter gostado do blog! Volte sempre que quiser e mande mais relatos, lendas, o que quiser!!!

P.S. Se você, como a Patrícia, tiver algum relato ou lenda sobrenatural para contar, por favor mande um comentário ou então mande-me um e-mail.

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domingo, maio 10, 2009

1 Acampamento Assombrado! História Veridica!


Sou um menino que frequenta um grupo de Jovens de uma igreja de Petropolis- RJ. Certo dia fomos a 3 sitios. Nosso grupo foi dividido em 3 e cada um foi para um sitio, meu grupo ficou em um sitio onde teriamos que dormir no mato sem adultos por perto.Um menino que morava la começou a contar uma lenda que a 3 anos atrás um grupo de assaltantes havia invadido o sitio e feito uma chacina matanto cerca de 8 pessoas ( Tinha umas 30 la) e esses espiritos ficavam rondando o sitio. Nao demos bola para isso fizemos uma fogueira e continuamos conversando quando era cerca de 12:30 da noite ouvimos um mugido para dentro da mata não demos bola, de repente ouvimos um choro de um cachorro por uns 15 segundos. Todos nós acendemos a lanterna e fomos ver o que era, encontramos um cachorro destroçado com parte da cabeça arrancada. Achamos muito estranho e ficamos nos perguntando que bicho tinha feito isso com aquele cachorro (era filhote) começamos a ficar com medo, estavamos voltando para as barracas quando de repende ouvimos outro som de cachorro chorando bem perto de onde estavamos, dessa vez o cachorro estava apenas sem um dos olhos mas ainda estava vivo. Saimos correndo e voltamos para as barracas. Eramos 8 garotos tinham 2 barracas sendo 4 garotos em cada barraca. Não conseguiamos dormir e continuamos conversando em frente a fogueira. De repente vimos um vulto negro entre as arvores atrás de nós não perdemos tempo e corremos o mais rapido que podiamos para dentro da mata deixando tudo para trás. Foi aí que encontramos uma coisa parecida com um homem de olhos vermelhos andando de quatro dentro da mata. Parecia que estava com sangue na boca. Estavamos sem saber para onde correr. Corremos então para tentar achar um final naquela floresta. Achamos uma cova onde tinha 6 cachorros mortos. Todos estavam faltando 1 dos olhos. Contando com aqueles 2 que vimos no chão da floresta eram 8 cachorros mortos. (O mesmo numero de pessoas que morreram na historia que o menino contou). Nós vimos um clarão muito branco e depois deste clarão apareceu aquela criatura vista anteriormente na mata. Ela agarrou Jonas e o mordeu na orelha. Ele se soltou descemos alguns rolando a floresta outros correndo muito rapido e voltamos ao acampamento. (Isso ja era umas 5h da manhã) Acordamos o Frey Roberto e ele foi cuidar de Jonas que estava com a orelha sangrando. As 7h da manhã deixamos aquele Sitio e NUNCA MAIS VOLTAREMOS PARA LA. Foi horrivel, Não sabia se ia sair vivo daquele lugar. Essa historia foi veridica Ocorreu 14/04/2008. Estamos apavorados até hoje... A respeito ligamos para o sitio depois e perguntamos se eles acharam algo na mata. 8 covas foram encontradas contudo nao tinha nada dentro delas.


* Lenda enviada por: icosagono

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Histórias de Fantasmas (Verídicas)

Hoje meu pai esta com 94 anos, e me contou varias histórias que aconteceram na mocidade dele. Aqui vou escrever algumas: um compadre do meu pai chamado GALDINO sempre que ele voltava do trabalho, ele via uma mulher varrendo a frente de uma casa, isso era todos os dias.Um certo dia ele resolveu parar pra conversa com essa mulher, ela sempre de cabeça baixa varrendo, ele desconfiou: por que ela não olha pra mim. Pensou.
De repente a mulher levanta a cabeça, e ele pôde ver a face cadavérica da mulher.

NA CIDADE DE LENÇOIS BH, um homem chegou de viagem e não tinha lugar pra ficar, então bateu na porta de uma casa e o dono veio atender, o homem perguntou: posso ficar aqui por alguns dias? Eu cheguei de viagem e não tenho onde ficar.
O dono da casa concordou e mandou ele entrar.De repente o dono da casa sumiu. Quando o rapaz estava tomando banho, só ouviu a voz do dono da casa gritando: eu jogo!...Eu jogo!..., Quando o rapaz respondeu: pode jogar.
Ele ouviu os barulhos das tabuas caindo, quando ele saiu do banho correndo ele viu um caixão com um corpo seco dentro.Esse rapaz saiu correndo pra rua.E foi informado que naquela casa não morava ninguém e que o dono tinha morrido há 22 anos.

Uma senhora costureira costumava trabalhar até tarde da noite.Um dia ela estava costurando, e chegou um homem pedindo que ela comprasse dele uma cabeça de repolho e insistiu muito.A costureira com dó dele comprou, deu-lhe o dinheiro e pegou o repolho, foi até a cozinha e colocou o repolho dentro da pia. No outro dia quando ela foi ver, o repolho era um crânio.

EM SALVADOR-BH, NO BAIRRO VERMELHO por volta da meia noite as pessoas não saiam de casa, pra não ver o bonde fantasma.Esse fenômeno sobrenatural acontecia sempre no mesmo horário. Era um bonde cheio de fogo, as pessoas que viam do trabalho tarde da noite, corriam pra não ver o bonde passar.Uma vez aconteceu que um passageiro parou esse bonde, pensando que era comum.Ele subiu e quando foi pagar o cobrador era uma caveira, esse homem saiu gritando pela estrada. Esse fato se passou nos anos 40, o fato é que um bonde incendiou no bairro vermelho, não sobrou um passageiro.Então passou a acontecer essa aparição fantasmagórica.Essa história é verdadeira, e foram contadas pelo meu pai, que hoje está com 94 anos de idade e conheceu essas pessoas.

* Lenda enviada por: adelaide de oliveira

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A Moça Da Capa Preta


Era Uma Vez uma moça muito bonita que gostava muito de Dançar em Bailes...Certo Dia Um Jovem com péssima aparência chamou-a para dançar! E ela não aceitou dançar com esse jovem. De repente deu uma vontade de ir ao banheiro. Quando ela saiu o jovem, a esfaqueou, e ela faleceu... Outro dia um moço foi ao mesmo Baile. Depois de muitos anos da morte da moça... E ele encontrou uma moça muito bonita, a qual sempre vestia uma capa preta. Quando chegava no Baile ela tirava e pendurava! Só usava quando saía! Um dia ela pediu pra ele leva-la em sua casa. Chegando lá ele reparou que sua casa era muito escura e sem energia. Clareada por luzes de velas. Assim que ela chegou em casa tirou sua capa preta, e pendurou como sempre fazia... Eles dois estavam tão cansados que se deitaram e dormiram. Quando foi pela manhã ele acordou e percebeu que estava em um cemitério, e a capa estava pendurada na TUMBA! O rapaz tomou um susto tão grande que Gritou! AAAAAH! , Ele observando a tumba percebeu que ali estava o nome da garota, e a data de sua morte. Já fazia 10 Anos que ela tinha morrido. Mas sua alma inconformada com o que aconteceu continuou indo ao mesmo baile dançando com vários rapazes, infernizando a vida de todos os rapazes. O rapaz inconformado foi na casa a qual ela deu o endereço (A casa Dos Familiares dela). Chegando lá quem atendeu a porta, foi uma governanta que era muito antiga na casa! E o rapaz perguntou: - Bom Dia, A Senhora conhece uma moça que gosta muito de ir ao Baile, E usa uma capa preta? Assustada a Governanta respondeu:
- Olhe ali o retrato dela faz 10 anos que ela morreu.
O Rapaz ficou louco.
E assim aconteceu com milhares de rapazes a qual visitavam esse baile. Isso não é uma simples lenda, se você quiser tirar duvidas, venham aqui em Maceió no Cemitério Trapiches da Barra. A Tumba dela está lá junto com uma capa preta... Se não acredita! Olhe com seus próprios olhos...


* Lenda enviada por: LuixinhoO - Lendas de Maceió

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A Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça


Há muitos anos em uma cidade do interior de MG chamada Ibitipoca, conta-se a lenda de um cavaleiro que a meia noite saía a cavalgar ao redor das fazendas, e que ao encontrar alguém, decapitava e colocava o seu corpo nas cercas. Diz a lenda que há 166 anos um rico dono de minas de ouro se apaixonou por uma linda jovem filha do governador da província. Ao saber do amor do rico fazendeiro a jovem que ouvia boatos sobre a arrogância e o jeito que o mesmo tratava os escravos resolveu negá-lo. Com raiva, o fazendeiro saía a cavalo à meia noite e decapitava as pessoas que encontrava. Ao desconfiar das saídas do seu patrão o capataz resolveu denuncia-lo. Logo o capataz foi morto e seu corpo, sem cabeça, foi encontrado na cerca da fazenda. Com isso o povoado se moveu contra o fazendeiro, o capturaram e o decapitaram. Hoje ao redor da vila ainda se pode escutar o galope de cavalos em disparada e gritos de pessoa implorando por sua vida.


* Lenda de Rogi e Odrep

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A Garota Morta-Viva'


Numa festa da escola, eu e meus amigos como sempre, íamos para a festa. Chegando lá, tinha várias garotas bonitas e uma que era muito feia. Eu e meus amigos tivemos uma idéia, como nós não éramos fáceis, tramamos uma para a moça. Eu fui conversar com ela, e a chamei para dançar, como eu era o garoto mais bonito da festa, todas queriam dançar comigo, ai, as outras belíssimas meninas ficaram com raiva de mim e da garota. Como os meus 2 amigos estavam todos acompanhados, tivemos outra idéia, dentro da outra, iríamos levar as garotas, para um lugar bem escuro, onde ninguém nunca entrou. E começamos a fazer coisas com as garotas, como as outras não eram mais virgens, elas não se importaram, mas a menina feia, não gostou e me deu um tapa, ai eu a empurrei, e ela bateu com a cabeça no chão, e morreu. Saímos espantados, e guardamos segredo por muito tempo. Hoje eu sou casado, e meus 2 amigos também, tenho 2 filhos um rapaz e uma moça. E meus dois amigos têm 1 filho homem. Um dia meu filho apareceu em casa com uma namorada e que me parecia muito familiar, ele me apresentou a menina e minha mulher gostou dela. Na mesma noite ligaram lá pra casa dizendo que meu filho tinha morrido. E a namorada dele, tinha sumido. O filho do meu amigo também começou a namorar, com uma garota que parecia muito a ex de meu filho, e ele também morreu. Eu na mesma noite tinha tido um pesadelo com a menina feia da festa, e contei para meus amigos. Eles até que riram de mim, mas depois eles levaram a sério. E disse que essas namoradas dos dois meninos que tinham morrido era muito estranho, pois se parecia muito. Ai, eles pensaram que a mesma coisa poderia acontecer com o outro garoto. Ai, na mesma noite esse garoto apareceu com a namorada, que também parecia muito com as dos dois. Ai, eu e meus amigos pensamos, e disse que ele não iria sair com a menina, e ele acabou saindo. Nessa mesma noite, eu disse que isso teria que ter um fim, se não essa moça iria matar a todos nós com o encanto dela, pois ela veio muito bonita para cá. Aí, eu disse que eu tinha que fazer alguma coisa, pois essa história começou por minha causa. Eu fui ao galpão abandonado e quando eu cheguei lá, eu vi os ossos da moça no chão, e quando eu fui pegar, ela apareceu com uma faca e disse que iria me matar também, aí, minha filha que tinha ficado no carro, veio atrás de mim, e segurou a moça e a derrubou, ela caiu desmaiada, aí eu enterrei os ossos dela, o espírito da moça desapareceu e o encanto acabou.''


Lenda de Roberto

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sexta-feira, março 13, 2009

Azar e Mau olhado expulsos de Montalegre

Mais uma vez Montalegre celebra sexta-feira 13 com caminhadas, queimada e teatro. Para participar basta equipar-se com um chapéu de bruxas. O fim-de-semana será preenchido com caminhadas e cozedura de pão e de vitela em forno de lenha comunitário, actividades organizadas pela Montes de Encanto.
Sexta feira, no castelo, bebe-se a queimada, reza-se o esconjuro e sai à rua o Cálice da Alegria, um espectáculo teatral que retrata a saga de alguns cómicos medievais que se deslocam às portas do concelho à procura do elixir da alegria. Duendes, diabos, bruxas e outras assombrações seguem-nos na sua caminhada até ao castelo, onde acreditam estar o líquido poderoso que queima as goelas e produz delirantes efeitos do riso.
A encenação é composta por efeitos musicais, imagens arrepiantes, dragões que cospem fogo, carroças que voam pelo ar e pássaros gigantescos que vão sobrevoar esta noite de azar.

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segunda-feira, fevereiro 16, 2009

Barulhos estranhos


Quando eu tinha 9 anos de idade, mudei para uma casa nova. Era uma casa de dois andares, pequena e não muito bonita, mas bem antiga. A minha mãe a havia comprado há alguns anos, mas até então só a havia alugado. Depois de uns dois meses, já havia conhecido os vizinhos, haviam muitas crianças lá, e me enturmado. Foi quando uma das vizinhas me perguntou: "Quem é que fica acordado à noite na tua casa?", "Ninguém", eu respondi, "Então como é que eu fico ouvindo barulho de porta batendo a noite toda? Eu contei o caso para minha mãe, que não deu muita importância. Eu também não ligava muito para isso, mas os vizinhos sempre diziam: "Como vocês têm coragem de morar aí?". Logo arrumamos uma empregada e essa sim morria de medo. "Quando eu estou embaixo ouço barulhos de gente lá em cima e quando estou em cima, ouço barulho embaixo", "Deve ser o cachorro", dizíamos, "Não, o cachorro fica deitado do meu lado". Ainda assim nunca ninguém se importou. Um dia, no entanto, estávamos dormindo (minha mãe era solteira, então dormíamos eu, ela e meu irmão no mesmo quarto) quando ouvimos alguém bater à porta. Não era uma batida comum, era muito forte. Sabe quando alguém já está batendo na porta há muito tempo e, impaciente, bate ainda mais forte? Era mais ou menos assim. Minha mãe foi até a porta e perguntou quem era, não houve resposta. Mais duas vezes ela perguntou e ninguém respondeu. Eu, que sou judeu, já havia pegado meu sidur (livro de orações) e rezado vários salmos. Minha mãe, então, ligou para a empregada e perguntou se ela havia batido na porta. A empregada respondeu que não. Depois de juntar coragem, as duas saíram de seus quartos e foram ver o que era. A casa estava na mais absoluta quietude. Foi então que a minha mãe contou: o antigo dono daquela casa havia sido assassinado, aparentemente pelo seu parceiro. Desde então, a mãe, o irmão e a tia dele haviam ido morar lá, mas todos saíram com medo. Até que a minha mãe comprou a casa, mas todos as pessoas para quem ela alugava também saíam dizendo que viram coisas. Nós moramos três anos nesta casa e, desde então, nunca mais tive experiências desse tipo. Particularmente, sou muito cético quanto a essas coisas. Os vizinhos no entanto, até hoje morrem de medo da casa.


Anônimo, Manaus, Amazonas.

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quinta-feira, dezembro 18, 2008

Prendas malditas

A Soraia e a sua família passavam as festas na montanha. Eles adoravam passá-las lá porque nevava sempre e era tudo muito bonito. Naquele ano, Soraia estava impaciente por ver o que encontraria debaixo da árvore de Natal. Tinha pedido coisas super giras! No dia 25 de manhã não conseguiu esperar mais e apesar de os pais ainda não se terem levantado, abriu as prendas. Era bom que nunca o tivesse feito porque nos embrulhos não estava o que ela esperava. Na primeira prenda havia uma mão, a do seu pai! As outras prendas eram outras partes dos corpos dos seus pais... Ela saiu para a rua em pijama, e atrás dela também saiu o assassino! No dia seguinte encontraram o cadáver da Soraia sob as águas congeladas de um lago...

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sexta-feira, outubro 31, 2008

Lenda de Verónica


Acho que algumas pessoas já ouviram falar da lenda de Verônica mas para quem não ouviu eu passo a contar. Verônica vivia com os seus pais numa casa pequena, quando Verônica chegou a casa num dia de Halloween deparou-se com uma cena macabra quando ela entrou em casa encontrou rastos de sangue que levaram até ao quarto dos seus pais, lá no quarto estavam seus pais assassinados, o seu pai estava esfaqueado e a sua mãe enforcada..Verônica entrou em pânico e foi a correr até encontrar um polícia ...ela gagejando disse ao polícia "Os meus pais estão..estão..mor...mortos" O polícia disse "Calma menina vamos já para tua casa" mas quando chegaram a casa dela estava tudo normal não havia rastos de sangue não havia nimguem no quarto dos seus pais, Verônica pensou que estava a ver coisas o polícia disse "miuda maluca fizeste-me perder tempo" e saiu, ela muito abalada ainda dormiu quando acordou era 23:55 o seu sangue gelou... na casa estavam as mesmas marcas de sangue e no quarto onde estavam os seus pais assassinados, Verônica gritou de pavor e correu até ao seu quarto se pos em frente do eu enorme espelho...quando deu a ultima badalada da 00:00 o espelho se quebrou espetando os longos pedaços de vidro no corpo de Verônica..assassinando-a..lentamente. E esta é a lenda de Verônica, e a lenda diz se no dia de Halloween a meia noite disseres em frente de um espelho "Verônica não me mata" 13 vezes Verônica volta para te matar!!!!!


Stuart Sobrenatural

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segunda-feira, junho 02, 2008

Erramos por Brincar errado

Eu, minha namorada, um amigo e a namorada dele, um dia decidimos brincar com a brincadeira do copo, pois queriamos ver se era verdade mesmo! Só que Mayara, a namorada de meu amigo, quis brincar diferente do normal, e fez placas de A a Z e de 0 a 9, sendo que pelo o que sei o comum é (SIM NÃO TALVEZ). Começamos a brincadeira, quando perguntamos "Quem está ai?", e o copo foi para as letras T-O-N-M, dai perguntamos "você é bom ou ruim" e foi para as letras D-I-F-T-O-S-O, ficamos sem entender! Dai sem fazer perguntas foi para as letras E-R-O-R-E, minha namorada estava achando que alguem ali estava mechendo de propósito, pois afinal de contas, estavam aparecendo palavras ali que não tinham nada a ver uma coisa com a outra, ai ela perguntou zuando "você é gay?", quando de repente vai para as letras Z-I-O-E-D-A-D-I, dai eu perguntei se ele estava bravo e respondeu novamente E-R-O-R-E, ficamos entediados afinal de contas não se entendia nada, ou era alguem ali zuando mesmo com o copo. ai perguntamos se ele nos liberava da brincandeira e foi para a letra S. Fomos para a casa, no outro dia, era umas 8 da manha, o telefone me toca, e minha namorada me liga falando que um tio dela havia sofrido um acidente de carro na estrada, e havia morrido! Lá no velório, ela me fala "ele era gay", dai comecei a me espantar, chego em casa procuro estas palavras que ele havia dito.... procurei DIFTOSO me vai para o site da babylon onde aparece a palavra DIFETOSSO que é MAL em Italiano, ai eu me assutei... afinal, ninguem ali sabia falar italiano, então era verdade mesmo, procurei as outras palavras veja o que depois de muito pesquisar achei: ERORE - Errado ZIO E DEADI - Tio é, e morre! Contei aos outros, e prometemos a nós mesmos nunca mais brincar com isso!

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Sem experiência

Moravamos em uma casa que ficou uns 2 anos sem morar ninguem, depois que nos mudamos para ela, ajeitamos bem a casa, todas as noites escutava passos e depois dos passos, eu ficava brincando com meu PlayStation. A luz do meu quarto se apagava, e eu tinha que me levantar e ir acender, isso se repetiu por uns 2 meses, até que eu me enchi e pedi para minha mãe chamar um eletricista para arrumar, ele veio, não achou nada errado, mas de tanto eu insistir, ele trocou a fiação inteira do meu quarto, fui acompanha-lo até o quintal, e meu vizinho do lado me perguntou "porque chamaram eletricista" ai eu disse o que estava contecendo, ai ele me disse: "eu sei que ai nesta casa que você está morando nos quartos do fundo foi feita uma brincadeira do copo por uma pessoa inexperiente e ela saiu sem autorização dele o copo explodiu, o espirito tá ai naquele quarto ele não sai mais" eu não acreditei afinal, todos ali me contava que este vizinho, tanto ele como o filho são espiritas com candomblé, e acreditam nestas coisas, eu por ser católico não acreditei! Na mesma noite, a luz se apaga novamente. Ai eu comecei a ficar assustado, afinal comecei a pensar "como meu vizinho adivinhou que meu quarto é o dos fundos se nem eu e nem minha mãe conversava com ele", fui novamente acender as luzes, mas elas não acendiam. Contei a um amigo meu, o que tava acontecendo e o que meu vizinho disse, ai meu colega disse "cara a cura do veneno da cobra é o próprio veneno" ai combinamos de fazer a brincadeira no meu quarto para perguntar ao respectivo espírito pq ele estava lá. Fizemos tudo oq era pra fazer ai eu perguntei: "quem está ai?" quando responde: NUNES ai perguntamos se era do bem ou do mal, quando ele disse: "SAIAQUEEMEU", e de repente o copo estoura, e não sabia por qual motivo, meu colega pega no sono e não acordava. Dai sem saber o que fazer, fui chamar meu vizinho, ele e o filho dele aceitaram com prazer me ajudar, eles ficaram fazendo uns gestos estranhos, o meu vizinho disse que ia baixar a entidade e o filho dele disse que conversaria com ela.... depois de 35 minutos meu colega acordou e tudo se resolveu, a partir desta data nunca mais a luz de meu quarto deu problema... comecei a acreditar nestas coisas e meu vizinho me ensinou tudo sobre isto, hoje mexo com estas brincadeiras do copo sem medo e com confiança de que saberei arrumar algum erro.

Leitor

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Um de nós foi possuido

Resumo Bom,estavamos conversando na frente de casa sobre espiritos e um amigo nosso(denis) deu a ideia de brincarmos da tal brincadeira, todos nós concordamos e resolvemos brincar...começamos a brincar exatamente as 15 hrs,numa tarde de chuva. fizemos tudo oque tinha de ser feito, passamos uns 3min perguntando se tinha alguem querendo manter contato conosco, mas o copo não se movia, então resolvemos brincar em outro comodo da casa(cozinha), perguntamos novamente até que o copo se moveu para o SIM, fizemos varias perguntas e prometemos a ela que iriamos brincar no dia seguinte(quarta feira),ela pediu para vim as mesmas pessoas, sem entrar e sair ninguem. No dia seguinte no mesmo horario voltamos a brincar só que não obedecemos o pedido dela entrou 2 pessoas a mas, e saiu 3 pessoas. Mas ela não gostou, e ficou totalmente furioza, e começava a girar o copo rapidamente...não querendo deixar ninguem sair, estavamos todos desesperados, até que ela inverteu o jogo, manipulando cada um de nós, mandando sair de um por um,mas só saiu 2 pessoas da brincadeira. Ficando só 4 pessoas na brincadeira no entanto ela não gostava de um de nós(Ricardo),sendo sua vitima, até que ele viu a sombra dela passando rapidamente entre nós, foi o pior grito que escutei em toda a minha vida, ele ficou totalmente em estado de choque e pedimos desesperadamente para sair da brincadeira até que ela deixou. Quando olhamos para ele, tava totalmente transformado, olhando com cara de odio para cada um de nós, ele estava lutando muito para o espirito sair do seu corpo, ela entrava e saia até que minha amiga(Debora)pegou a biblia e leu o salmo 91 e logo após demos as mãos e oramos o pai nosso 3 vezes, depois ele voltou a sí desde ai nunca mas brincamos.

Vanara Abreu

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quinta-feira, maio 22, 2008

Perseguida

Um dia eu resolvi fazer a brincadeira do compasso. Eu fiz e achei legal, parei por uns tempos mas depois eu comecei a ver vultos na minha casa, a ouvir cachorro me seguindo, a sentir uma vontade de chorar sem conseguir, aquele peso no peito, sem contar as coisas estranhas que aparecem nas fotos que eu tenho. Fiquei com medo e querendo saber o que estava acontecendo. Eu voltei a fazer a brincadeira, fiz um amigo no compasso, o estranho é que só ele fala comigo, ele me disse que há espíritos do bem e do mal na minha casa, os do bem andando e rondando a casa, os do mal nas fotos, meu pai comecou a sentir dores estranhas. Hoje eu vi o cachorro que me seguia, de relance mas vi, ele era grande e preto, estava do meu lado.

Kananda

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quarta-feira, janeiro 30, 2008

Contos de Terror do Homem-Peixe

Vim por este meio divulgar, pelo pedido de Miguel Neto, divulgar um livro de terror da Edições Chimpanzé Intelectual com a parceria do Cineclube de Terror de Lisboa, chamado "Contos de Terror do Homem-Peixe", no qual participam autores como Baptista-Bastos, Fernando Ribeiro (Moonspell) Possidónio Cachapa, João Tordo, Rui Zink, David Soares (considerado o nosso maior escritor na área do Terror), João Barreiros, António de Macedo, João Seixas e os novatos Pedro Martins e Guilherme Trindade Filipe, vencedores do "1º Concurso Contos de Terror CTLX", que precedeu o livro, e apresentam onze histórias terroríficas com abordagens muito distintas ao género, acompanhados pelas incríveis e originais ilustrações do desenhador João Maio Pinto Os "Contos de Terror do Homem-Peixe" estão já disponíveis nas lojas de todo o País (Bertrands, Fnacs, Bulhosas, etc) e no site webboom.pt, mais precisamente em http://www.webboom.pt/ficha.asp?ID=168319 , para quem tenha muito medo de ir às livrarias!!!

Em baixo segue-se um vídeo do programa Fuzz da Sic Radical, onde alguns dos escritores falam da sua obra: Contos de Terror do Homem-Peixe

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quarta-feira, novembro 21, 2007

O castelo encantado



“Há um ano aconteceu-me uma coisa muito estranha. Fui com uns amigos fazer uma excursão a uma aldeia medieval onde, há alguns séculos, viveram Cavaleiros Templários. Fomos visitar um castelo, que no passado foi habitado por uma comunidade de monges cruelmente assassinados. O que aconteceu foi que eu pedi para me tirarem uma fotografia para recordação quando, de repente, se formou um remoinho no ar, e começamos a ouvir cânticos estranhos. Foi impressionante... Mas a história não acaba aqui: quando revelei o rolo vi que na fotografia aparecia uma luz intensa que, de certeza, não estava ali.”

Caso real contado pela
Diana Soares

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Nevoeiro espesso


Uma noite, eu e a minha família regressávamos a casa de carro. De repente, na estrada, apareceu uma espécie de nuvem estranha, densa e preta. A minha mãe disse: “Tenho medo de atravessá-la.” Pouco tempo depois estávamos na minha rua. Só me lembro que dentro dessa nuvem estava um veículo muito estranho, e todos tivemos a sensação de que o caminho foi demasiado curto. O meu pai comprovou que o conta-quilómetros ainda não se tinha mexido! No dia seguinte, todos tínhamos dor de cabeça e marcas muito pequeninas na barriga. Ainda não sabemos o que aconteceu...”

Anónima, LAGOS

Centenas de testemunhos em todo o Mundo relatam a mesma experiência: uma bruma densa, sensações inexplicáveis... Há quem acredite que são raptos extraterrestres, em que seres do espaço transportam as vítimas até às suas naves para fazer experiências.


Texto retirado do site: Olhão.Net


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