domingo, maio 10, 2009

1 Acampamento Assombrado! História Veridica!


Sou um menino que frequenta um grupo de Jovens de uma igreja de Petropolis- RJ. Certo dia fomos a 3 sitios. Nosso grupo foi dividido em 3 e cada um foi para um sitio, meu grupo ficou em um sitio onde teriamos que dormir no mato sem adultos por perto.Um menino que morava la começou a contar uma lenda que a 3 anos atrás um grupo de assaltantes havia invadido o sitio e feito uma chacina matanto cerca de 8 pessoas ( Tinha umas 30 la) e esses espiritos ficavam rondando o sitio. Nao demos bola para isso fizemos uma fogueira e continuamos conversando quando era cerca de 12:30 da noite ouvimos um mugido para dentro da mata não demos bola, de repente ouvimos um choro de um cachorro por uns 15 segundos. Todos nós acendemos a lanterna e fomos ver o que era, encontramos um cachorro destroçado com parte da cabeça arrancada. Achamos muito estranho e ficamos nos perguntando que bicho tinha feito isso com aquele cachorro (era filhote) começamos a ficar com medo, estavamos voltando para as barracas quando de repende ouvimos outro som de cachorro chorando bem perto de onde estavamos, dessa vez o cachorro estava apenas sem um dos olhos mas ainda estava vivo. Saimos correndo e voltamos para as barracas. Eramos 8 garotos tinham 2 barracas sendo 4 garotos em cada barraca. Não conseguiamos dormir e continuamos conversando em frente a fogueira. De repente vimos um vulto negro entre as arvores atrás de nós não perdemos tempo e corremos o mais rapido que podiamos para dentro da mata deixando tudo para trás. Foi aí que encontramos uma coisa parecida com um homem de olhos vermelhos andando de quatro dentro da mata. Parecia que estava com sangue na boca. Estavamos sem saber para onde correr. Corremos então para tentar achar um final naquela floresta. Achamos uma cova onde tinha 6 cachorros mortos. Todos estavam faltando 1 dos olhos. Contando com aqueles 2 que vimos no chão da floresta eram 8 cachorros mortos. (O mesmo numero de pessoas que morreram na historia que o menino contou). Nós vimos um clarão muito branco e depois deste clarão apareceu aquela criatura vista anteriormente na mata. Ela agarrou Jonas e o mordeu na orelha. Ele se soltou descemos alguns rolando a floresta outros correndo muito rapido e voltamos ao acampamento. (Isso ja era umas 5h da manhã) Acordamos o Frey Roberto e ele foi cuidar de Jonas que estava com a orelha sangrando. As 7h da manhã deixamos aquele Sitio e NUNCA MAIS VOLTAREMOS PARA LA. Foi horrivel, Não sabia se ia sair vivo daquele lugar. Essa historia foi veridica Ocorreu 14/04/2008. Estamos apavorados até hoje... A respeito ligamos para o sitio depois e perguntamos se eles acharam algo na mata. 8 covas foram encontradas contudo nao tinha nada dentro delas.


* Lenda enviada por: icosagono

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Histórias de Fantasmas (Verídicas)

Hoje meu pai esta com 94 anos, e me contou varias histórias que aconteceram na mocidade dele. Aqui vou escrever algumas: um compadre do meu pai chamado GALDINO sempre que ele voltava do trabalho, ele via uma mulher varrendo a frente de uma casa, isso era todos os dias.Um certo dia ele resolveu parar pra conversa com essa mulher, ela sempre de cabeça baixa varrendo, ele desconfiou: por que ela não olha pra mim. Pensou.
De repente a mulher levanta a cabeça, e ele pôde ver a face cadavérica da mulher.

NA CIDADE DE LENÇOIS BH, um homem chegou de viagem e não tinha lugar pra ficar, então bateu na porta de uma casa e o dono veio atender, o homem perguntou: posso ficar aqui por alguns dias? Eu cheguei de viagem e não tenho onde ficar.
O dono da casa concordou e mandou ele entrar.De repente o dono da casa sumiu. Quando o rapaz estava tomando banho, só ouviu a voz do dono da casa gritando: eu jogo!...Eu jogo!..., Quando o rapaz respondeu: pode jogar.
Ele ouviu os barulhos das tabuas caindo, quando ele saiu do banho correndo ele viu um caixão com um corpo seco dentro.Esse rapaz saiu correndo pra rua.E foi informado que naquela casa não morava ninguém e que o dono tinha morrido há 22 anos.

Uma senhora costureira costumava trabalhar até tarde da noite.Um dia ela estava costurando, e chegou um homem pedindo que ela comprasse dele uma cabeça de repolho e insistiu muito.A costureira com dó dele comprou, deu-lhe o dinheiro e pegou o repolho, foi até a cozinha e colocou o repolho dentro da pia. No outro dia quando ela foi ver, o repolho era um crânio.

EM SALVADOR-BH, NO BAIRRO VERMELHO por volta da meia noite as pessoas não saiam de casa, pra não ver o bonde fantasma.Esse fenômeno sobrenatural acontecia sempre no mesmo horário. Era um bonde cheio de fogo, as pessoas que viam do trabalho tarde da noite, corriam pra não ver o bonde passar.Uma vez aconteceu que um passageiro parou esse bonde, pensando que era comum.Ele subiu e quando foi pagar o cobrador era uma caveira, esse homem saiu gritando pela estrada. Esse fato se passou nos anos 40, o fato é que um bonde incendiou no bairro vermelho, não sobrou um passageiro.Então passou a acontecer essa aparição fantasmagórica.Essa história é verdadeira, e foram contadas pelo meu pai, que hoje está com 94 anos de idade e conheceu essas pessoas.

* Lenda enviada por: adelaide de oliveira

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A Moça Da Capa Preta


Era Uma Vez uma moça muito bonita que gostava muito de Dançar em Bailes...Certo Dia Um Jovem com péssima aparência chamou-a para dançar! E ela não aceitou dançar com esse jovem. De repente deu uma vontade de ir ao banheiro. Quando ela saiu o jovem, a esfaqueou, e ela faleceu... Outro dia um moço foi ao mesmo Baile. Depois de muitos anos da morte da moça... E ele encontrou uma moça muito bonita, a qual sempre vestia uma capa preta. Quando chegava no Baile ela tirava e pendurava! Só usava quando saía! Um dia ela pediu pra ele leva-la em sua casa. Chegando lá ele reparou que sua casa era muito escura e sem energia. Clareada por luzes de velas. Assim que ela chegou em casa tirou sua capa preta, e pendurou como sempre fazia... Eles dois estavam tão cansados que se deitaram e dormiram. Quando foi pela manhã ele acordou e percebeu que estava em um cemitério, e a capa estava pendurada na TUMBA! O rapaz tomou um susto tão grande que Gritou! AAAAAH! , Ele observando a tumba percebeu que ali estava o nome da garota, e a data de sua morte. Já fazia 10 Anos que ela tinha morrido. Mas sua alma inconformada com o que aconteceu continuou indo ao mesmo baile dançando com vários rapazes, infernizando a vida de todos os rapazes. O rapaz inconformado foi na casa a qual ela deu o endereço (A casa Dos Familiares dela). Chegando lá quem atendeu a porta, foi uma governanta que era muito antiga na casa! E o rapaz perguntou: - Bom Dia, A Senhora conhece uma moça que gosta muito de ir ao Baile, E usa uma capa preta? Assustada a Governanta respondeu:
- Olhe ali o retrato dela faz 10 anos que ela morreu.
O Rapaz ficou louco.
E assim aconteceu com milhares de rapazes a qual visitavam esse baile. Isso não é uma simples lenda, se você quiser tirar duvidas, venham aqui em Maceió no Cemitério Trapiches da Barra. A Tumba dela está lá junto com uma capa preta... Se não acredita! Olhe com seus próprios olhos...


* Lenda enviada por: LuixinhoO - Lendas de Maceió

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terça-feira, outubro 30, 2007

Gozar com os mortos

A Laura era uma rapariga normal, como todas as outras, mas todas as noites sonhava com o mesmo: uma rapariga de cor pálida dizia-lhe que andasse com muito cuidado. Ela pensava que era apenas um sonho e não lhe dava importância. Ao fim de algum tempo começou a ouvir a seguinte psicofonia: «Laura, por favor, ouve o que te digo, anda com cuidado e não te aproximes de qualquer cemitério, não quero que te aconteça o mesmo do que a mim». A Laura estava farta de esconder tudo aquilo e contou aos amigos. Eles riram-se e até ela mesma começou a gozar com a situação. Nessa noite, todos os amigos sonharam com a rapariga de cor pálida que lhes dizia para não gozarem com os mortos. Na noite seguinte, a Laura e os amigos juntaram-se para ver um filme e a Laura gozou novamente com o sonho. Os outros preferiram não se rir outra vez daquilo e pediram à Laura que não voltasse a fazê-lo, mas ela não lhes ligou nenhuma. De repente, a luz apagou-se e no ecrã da TV apareceu a rapariga de cor pálida do sonho, que lhes disse: «Esta noite será inesquecível». Quando a luz voltou, a Laura tinha desaparecido e ninguém sabia onde estava. Desde então, nunca mais regressou a casa. Algumas pessoas afirmam tê-la visto a vaguear sem rumo e dizem que não é a mesma de antigamente, parece estar morta. Nunca ninguém soube, nem saberá, o mistério da Laura. Judite

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quarta-feira, setembro 26, 2007

Alguém tenta dizer algo


Desde que me mudei para a minha casa nova, já há uns treze anos, acontecem-me coisas estranhas... Embora ninguém acredite em mim, nem sequer a minha mãe, eu sei que não é a minha imaginação... Tudo começou assim: uma mancha em forma de rosto aparecia na cabina de duche mal eu começava a tomar banho, aparecia todos os dias... mas quando a minha irmã tomava banho não aparecia nada! A história não acaba aqui... Sempre que ouvia MP3 ou estava sozinha num dos quartos, ouvia alguém a chamar-me: Laura, Laura... O pior ainda estava para vir: uma noite estava calmamente a ouvir rádio quando de repente a música começou a ficar mais alta, pouco a pouco. Pensei que era a minha irmã com o comando, mas depois vi que estava em cima da minha mesa. Não entendi o que estava a acontecer! Aproximei-me para ver o que se passava e o volume subia cada vez mais depressa... Via os números da minha aparelhagem a mudarem bué depressa... a rodinha mexia-se sozinha! Acho que a pessoa que queria comunicar comigo era uma menina, porque numa manhã de Verão em que os meus pais estavam a trabalhar e a minha irmã estava na casa duma amiga, aconteceu-me uma coisa super misteriosa... Nesse dia acordei quando me apeteceu e, ao abrir os olhos... vi no meu espelho grande a imagem de uma menina que tinha o cabelo como eu, castanho, liso e comprido, vestia um pijama normal e tinha uns olhos verdes. Aproximava-se cada vez mais, mas fechei os olhos e, quando os abri, a menina já não estava lá... Já há algum tempo que não a vejo, mas temo o pior...

Laura

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sexta-feira, maio 04, 2007

Acordar os mortos


A Diana acabava de perder a avó uns dias antes da Páscoa. Andava super triste, porque adorava-a. A mãe dela dizia-lhe que não se preocupasse, que a avó estaria a protegê-la desde o céu. Mas chegaram as férias e a Diana continuava de rastos. Para a animar, a mãe levou-a ao centro comercial. E no metro ouviu algo que a animou ainda mais: um grupo de ciganas estavam a falar de uma médium que contactava com os mortos. Muito despachada, a Diana pediu-lhes a morada. A mãe tentou convencê-la de que era uma parvoíce, mas não teve mais remédio do que ir com ela. Quando chegou lá, a médium começou a comunicar com a avó da Diana e a mensagem que ela lhe mandou foi a seguinte: «Deixa-me. O mundo dos mortos não é o dos vivos». A Diana não prestou atenção e pediu à médium que a seguisse. Ela disse-lhe que não era uma boa ideia, que isso era abrir a porta do Inferno. Mas ela não se importava. A médim entrou em transe e depois dum bocado «voltou». A Diana e a mãe foram para casa. Não estava ninguém mas a televisão estava ligada e alguém tinha deixado a comida feita. Quem? A Diana correu até ao cemitério e olhou para a campa da avó que estava vazia! Desde esse dia, começaram a acontecer coisas estranhas na casa da Diana.

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sexta-feira, dezembro 22, 2006

O José do Presépio: Uma Lenda de Natal


Em 1982, Henrique tinha 8 anos de idade, morava em Curitiba e tinha um problema: sua mãe, dona Sandra, era viúva e seu pai morreu antes dele nascer. Por isto todos os Natais, este garoto, sentia a falta da presença do seu pai, que tinha o nome de Jonilson. Para se consolar, o menino só tinha uma foto deste seu pai, que ele acariciava o tempo todo.Um certo dia, Henrique chegou para a sua mãe e perguntou:
- Mãe, como você conheceu o pai?
Então, ela respondeu:
- Eu conheci o seu pai numa cidade do interior do Rio Grande do Sul, em 1972, bem na época do Natal. Lá, fui assistir a uma peça sobre o nascimento de Jesus e seu pai fazia o papel de José. Então, depois desta apresentação, eu fui parabeniza-lo pela actuação e me apaixonei por ele . Desta forma, namoramos e nos casamos em 1974. Assim, o garoto fez outra pergunta:
- Mãe, como é que o pai morreu?
Desta maneira, Sandra respondeu:
- Seu pai morreu de uma doença chamada leucemia, que é um tipo de cancro no sangue, bem na época em que eu estava grávida de ti.
Após isto, Henrique foi ao seu quarto e rezou:
- Pai do Céu, neste Natal eu não quero ganhar brinquedos, eu somente quero uma coisa: ver o meu pai, que morreu há muito tempo atrás.
Então, alguns meses se passaram e o Natal de 1982 se aproximava. Assim, Henrique foi convidado para ver a peça do nascimento de Jesus, que seria realizada bem na praça do seu bairro. Chegou o grande dia, mas a personagem que iria fazer o papel de José passou mal. A equipa teatral já estava desesperada, quando, de repente, apareceu um desconhecido vestido a carácter, que chegou para o director e disse:
- Boa-tarde, senhor director!
- Eu sei o que aconteceu com o actor, que iria representar a personagem José, por isto estou aqui. Eu também sou actor e já representei o José do presépio, em 1972.
Deste jeito, o director aceitou que o actor desconhecido actuasse na peça.
Então, na praça, as cortinas abriram-se e a peça do Natal começou.
Henrique prestou atenção em tudo mas espantou-se com a personagem José, e pensou:
- Nossa!- Esta personagem que faz o papel de José é a cara do meu pai, que está naquela velha foto.
Após, a apresentação, Henrique estava a dirigir-se para a sua casa. Quando, de repente, escutou uma voz:
- Henrique!
Assim, o garoto olhou para trás e exclamou:
- José do presépio?!
Então, este actor falou:
- Para você eu sou muito mais do que o José do presépio...
Desta maneira, o menino indagou:
- Como assim?
Deste jeito, o actor disse:
- Eu sou uma pessoa que você gostaria de conhecer pessoalmente, mas que nunca teve uma oportunidade... Na verdade, eu já estou numa outra dimensão ... Mas, como você pediu ao Pai do Céu para me ver neste Natal, ele concedeu que eu descesse à Terra...
Então, lágrimas caíram do rosto de Henrique, que abraçou o homem, exclamando:
- Pai! Ver-te é o presente que eu pedi a Deus. Desta maneira, Jonilson disse:
- Agora preciso de ir embora. Mas, eu sempre estarei olhar-te do Céu. Após falar isto, Jonilson desapareceu na frente do seu filho.
Com certeza, este foi o Natal mais inesquecível de Henrique.

Texto de Luciana do Rocio Mallon

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O Fantasma do Natal


Era uma vez em 1969 um menino que se chamava Alfredo de 20 anos que fumava marijuana e era viciado e ele era muito rebelde estava já no natal dia 25 de dezembro, ele adorava partir as janelas dos vizinhos e a sua mãe muito velha era doente e ele nem cuidava, um dia tinha um mendigo de uns 70 anos acabado de tanto velho estava na rua e o Alfredo passou e o mendigo pediu um trocado e o menino falou:
- O quê?!
E empurrou tão forte contra a parede que o mendigo bateu com a cabeça e morreu.
Alfredo desesperado correu atravessando a rua e foi atropelado e foi para o hospital.
No hospital estava a sua mãe e as enfermeiras, ele estava a correr risco de vida, perdeu muito sangue mesmo e quando estava quase a morrer ele viu o mendigo do lado dele a falar que ele pagará pelos seus crimes ficando na terra para sempre.
Todo os dias 25 de dezembro pessoas dizem que vêem um mendigo de 20 anos cheio de trapos sujos de sangue pela cidade.
Uma vez uma mulher saiu no natal para fazer compras e viu o mendigo e ela olhou e falou:
- Você está a sangrar, quer que eu chame ajuda?
E ele falou:
-Eu preciso subir!! Eu estou preso, ajude-me.
Ela sem saber virou-se para pedir ajuda e ele tinha desaparecido.

Texto de p!nk girl retirado do site: www.sobrenatural.org

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sábado, dezembro 16, 2006

Chamada do Além


Diana era uma rapariga divertida, que troçava das lendas urbanas e das histórias do Além... até que o destino decidiu dar-lhe uma lição que iria mudar a sua vida para sempre... Numa noite lua cheia, à meia-noite, Diana recebeu uma chamada no telemóvel de um número que não conhecia. Ao atender, uma assustadora voz de rapaz sussurou-lhe: «Não fales ao telemóvel, desfaz-te dele, é maléfico...».

Completamente assustada, Diana desligou imediatamente o telemóvel e não conseguiu pregar olho durante toda a noite. Os dias foram passando e Diana acalmou-se, pensando que aquilo tinha sido apenas uma partida de mau gosto de algum engraçadinho... Mas na noite em que a lua cheia voltou a brilhar no céu, o telemóvel de Diana tocou à meia-noite. Era o mesmo número. «Por que atendeste? Não te disse para não falares ao telemóvel?». A mesma voz aterradora. Então, Diana decidiu desmascarar o engraçadinho que a andava a assustar e investigou sobre o número que aparecia no ecrã. Conseguiu uma morada e dirigiu-se para lá. Quem abriu a porta foi uma senhora toda vestida de luto e com a expressão mais triste que Diana tinha visto na vida... Quando Diana lhe disse que tinha recebido várias chamadas daquele número, a mulher começou a chorar desalmadamente... «Esse era o número do meu filho, que morreu num acidente de mota há três meses, por ir falar ao telemóvel...». Desde esse dia, Diana nunca mais se voltou a rir das lendas urbanas e levou muito tempo até voltar a falar ao telemóvel.

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quinta-feira, outubro 05, 2006

Passa o e-mail maldito



Sira recebeu um e-mail de uma tal Miranda que tinha morrido recentemente e que precisava de ajuda para descansar em paz. Tinha de mandar 10 mails a explicar a história da falecida e pedir às pessoas que o fossem passando. Quando tivesse dado a volta ao mundo, o espírito de Miranda podia descansar em paz. Sira não acreditou e continuou com a sua vida normal. Nessa noite, as luzes do quarto apagaram-se e acenderam-se sozinhas, as janelas abriram-se e fecharam-se, deixando entrar um vento frio. Sira estava morta de medo. No dia a seguir recebeu outro e-mail de Miranda: «O que viste foi só uma manifestação dos meus poderes malignos. Faz o que te disse!» Sira apenas teve tempo de mandar cinco mails. Pensava em continuar mais tarde, mas a paciência de Miranda tinha-se esgotado, pelo que decapitou Sira com uma faca e meteu as fotos da sua cabeça na net...

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domingo, outubro 01, 2006

Mito de Sintra

Quem é que não conhece esta lenda urbana?

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quarta-feira, junho 14, 2006

Lenda do Bloco E CEFET-PR (actual UTFPR)

Há um facto muito curioso no antigo Centro Federal de Educação Tecnológica do Paraná (CEFET-PR, hoje chamada de Universidade Tecnológica Federal do Paraná - UTFPR). O caso realístico para uns pode se tornar um boato para outros. Mas todas as pessoas que freqüentam a universidade já ouviram a história em que o Bloco E foi um antigo cemitério. Lá habitava os corpos de mortos, sendo levados por enfermeiros, subindo rampas para então serem guardados em grandes armários. Hoje, essas rampas ainda existem. Agora, o que eram salas para o armazenamento dos mortos hoje são salas de aula para alunos de Engenharia, tecnologia e ensino-médio. À noite, há pessoas que afirmam ter visto fantasmas rondando os corredores do bloco E. E aqui começa a história que aconteceu com a professora de um amigo meu. Meu amigo chamarei de Thiago e a professora de Cristina.Cristina é uma professora do departamento de matemática. Conforme o que Thiago afirmava, Cristina costumava corrigir as provas de noite, porque o bloco E sempre fica vazio a partir das 23horas, principalmente no último pavimento (porque o bloco E apresenta 3 pavimentos). Como todos sabem, quando a UTFPR fica vazia, costuma-se apagar todas as luzes das salas de aula, ficando uma escuridão total, restando somente a luz do corredor. Certo dia, Cristina estava corrigindo as provas, após todos os alunos irem embora. Como estava sozinha no bloco E, ela estava tranqüila, com sua caneta vermelha. De repente, ela viu um vulto no corredor mal iluminado. A professora deu um pulo e ficou pálida. Passado um minuto de susto, ela sentiu uma mão fria encostando seus ombros. Cristina deu um grito e saiu correndo pela rampa da universidade. A partir daquele dia, ela nunca mais fica sozinha no bloco E. Agora, ela costuma corrigir as provas no departamento de matemática, e é uma das primeiras a sair da UTFPR.Eu acredito no meu amigo Thiago, mas se é muito assustador um fantasma colocar uma mão gelada no ombro, com certeza é!

Lenda de Rafael de Almeida Teixeira

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segunda-feira, junho 05, 2006

Encontro com a morte


Foi no Entroncamento, ao fim da tarde chuvosa de 17 de Agosto de 1973 que Luís Carlos Xavier, 46 anos, motorista de táxi, teria o seu primeiro contato com a morte. O seu destino mudou drasticamente quando António Carrascosa entrou no seu táxi. O passageiro informou que necessitava de chegar rapidamente a um velório de um grande companheiro, que falecera no dia anterior. O corpo do seu amigo estava a ser velado na sua própria casa.Ao chegar ao local, Carrascosa pediu a Xavier para aguardar um pouco à entrada da casa, pois, com a pressa, esquecera-se da carteira e não tinha como pagar-lhe. Porém, pediria dinheiro emprestado a alguém na cerimónia fúnebre. Após 30 minutos, ainda não regressara e Xavier ficava impaciente.Resolveu, então, entrar na sombria casa para cobrar ao seu mais recente cliente.Choque trágicoO taxista olhou discretamente para todos os que estavam no velório, mas não conseguiu encontrar o homem que entrara no seu táxi. Assim sendo, resolveu perguntar por ele a um dos presentes. A resposta que ouviu deixou-o gélido. Na verdade, aquele era o velório do próprio António Carrascosa, falecido no dia anterior, vítima de um acidente rodoviário, envolvendo um táxi e uma camioneta. Perplexo, o taxista olhou na direção do caixão e constatou que, de fato, aquele era o corpo do homem que conhecera minutos antes.Assustado e nervoso, Xavier saiu a correr do local e entrou no seu automóvel, arrancando a uma velocidade frenética.Ao fazer inversão de marcha, uma camioneta chocou com o seu veículo que, por força do impacto, capotou várias vezes. O motorista não sobreviveu aos ferimentos e, pela segunda vez, naquela tarde, teve um encontro com a morte, só que, desta vez, para sempre...

Autoria de Miriam Reis, 16 anos (Lisboa)

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domingo, junho 04, 2006

Lendas Urbanas II


No Cemitério
A Daniela tinha que ir com a mãe percorrer um longo caminho até ao cemitério para ir levar flores aos avós dela. Como estavam cansadas de tanto andar, resolveram descansar um bocado perto da campa. A mãe estava tão cansada que adormeceu e a Daniela resolveu pôr-se a brincar por ali. Havia um menino que lhe disse. «Olá. Como te chamas?».
«Paulo Manuel, queres brincar comigo?», perguntou o menino. E estiveram por ali algumas horas juntos! Quando a Daniela ouviu a mãe chamá-la para voltarem para casa, despediu-se do menino. No caminho de regresso a casa, a Daniela deu um grito.
Numa lápide estava escrito: «Deus abençoe o Paulo Manuel, falecido a 6 de Abril de 1915». Era um menino com quem a Daniela tinha estado a brincar! A Daniela perguntou à mãe se sabia de alguma coisa sobre esse menino. Ela olhou para ela atónita e confessou que existia umas históris sobre ele: Tinham enterrado Paulo ainda vivo e ele asfixiou dentro do caixão...

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