domingo, maio 10, 2009

A Moça Da Capa Preta


Era Uma Vez uma moça muito bonita que gostava muito de Dançar em Bailes...Certo Dia Um Jovem com péssima aparência chamou-a para dançar! E ela não aceitou dançar com esse jovem. De repente deu uma vontade de ir ao banheiro. Quando ela saiu o jovem, a esfaqueou, e ela faleceu... Outro dia um moço foi ao mesmo Baile. Depois de muitos anos da morte da moça... E ele encontrou uma moça muito bonita, a qual sempre vestia uma capa preta. Quando chegava no Baile ela tirava e pendurava! Só usava quando saía! Um dia ela pediu pra ele leva-la em sua casa. Chegando lá ele reparou que sua casa era muito escura e sem energia. Clareada por luzes de velas. Assim que ela chegou em casa tirou sua capa preta, e pendurou como sempre fazia... Eles dois estavam tão cansados que se deitaram e dormiram. Quando foi pela manhã ele acordou e percebeu que estava em um cemitério, e a capa estava pendurada na TUMBA! O rapaz tomou um susto tão grande que Gritou! AAAAAH! , Ele observando a tumba percebeu que ali estava o nome da garota, e a data de sua morte. Já fazia 10 Anos que ela tinha morrido. Mas sua alma inconformada com o que aconteceu continuou indo ao mesmo baile dançando com vários rapazes, infernizando a vida de todos os rapazes. O rapaz inconformado foi na casa a qual ela deu o endereço (A casa Dos Familiares dela). Chegando lá quem atendeu a porta, foi uma governanta que era muito antiga na casa! E o rapaz perguntou: - Bom Dia, A Senhora conhece uma moça que gosta muito de ir ao Baile, E usa uma capa preta? Assustada a Governanta respondeu:
- Olhe ali o retrato dela faz 10 anos que ela morreu.
O Rapaz ficou louco.
E assim aconteceu com milhares de rapazes a qual visitavam esse baile. Isso não é uma simples lenda, se você quiser tirar duvidas, venham aqui em Maceió no Cemitério Trapiches da Barra. A Tumba dela está lá junto com uma capa preta... Se não acredita! Olhe com seus próprios olhos...


* Lenda enviada por: LuixinhoO - Lendas de Maceió

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sexta-feira, maio 11, 2007

Esfomeados...


A mãe da Rebeca tinha acabado de dizer-lhe que fosse buscar a Sofia, a irmã mais nova, para jantar. Viviam numa povoação pequena, e portanto a Rebeca encontrou rapidamente a irmã. A Sofia estava a jogar à escondidas com os seus amigos. Deixou-a jogar mais um jogo e entretanto foi comprar umas gomas. Passou meia hora e a irmã nunca mais voltava do cemitério, o seu esconderijo favorito. Entrou e chamou-a, mas ninguém respondia. Começava a escurecer e a Rebeca sentia medo. «Sofia, Sofia!», gritava ela. Mas ninguém respondia. A Rebeca sentou-se para pensar onde podia estar a sua irmã e de repente, uma mão saiu debaixo da terra! E tinha a corrente de turquesas da sua irmã! A Rebeca não conseguiu nem fugir a correr... Estava cheia de medo! A Sofia estava cheia de sangue e os seus olhos tinham mudado de cor. Atirou-se para cima da irmã, mas Rebeca começou a correr sem parar. Deu-lhe tempo para observar que os mortos estavam a levantar-se das suas campas e que quem os comandava era a sua irmã! O que é que ela estava a fazer? A Sofia tinha envocado os mortos e tinha-se transformado numa «zombie»! Tentou escapar, mas os «zombies» impediram-na. Tinham muita fome para a deixar fugir... Rodearam-na e começaram o seu festim de sangue. A seguir, foram para casa da Sofia, onde a mãe estava à espera dela para jantar, sem saber que ela seria o seu jantar...

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sexta-feira, maio 04, 2007

Acordar os mortos


A Diana acabava de perder a avó uns dias antes da Páscoa. Andava super triste, porque adorava-a. A mãe dela dizia-lhe que não se preocupasse, que a avó estaria a protegê-la desde o céu. Mas chegaram as férias e a Diana continuava de rastos. Para a animar, a mãe levou-a ao centro comercial. E no metro ouviu algo que a animou ainda mais: um grupo de ciganas estavam a falar de uma médium que contactava com os mortos. Muito despachada, a Diana pediu-lhes a morada. A mãe tentou convencê-la de que era uma parvoíce, mas não teve mais remédio do que ir com ela. Quando chegou lá, a médium começou a comunicar com a avó da Diana e a mensagem que ela lhe mandou foi a seguinte: «Deixa-me. O mundo dos mortos não é o dos vivos». A Diana não prestou atenção e pediu à médium que a seguisse. Ela disse-lhe que não era uma boa ideia, que isso era abrir a porta do Inferno. Mas ela não se importava. A médim entrou em transe e depois dum bocado «voltou». A Diana e a mãe foram para casa. Não estava ninguém mas a televisão estava ligada e alguém tinha deixado a comida feita. Quem? A Diana correu até ao cemitério e olhou para a campa da avó que estava vazia! Desde esse dia, começaram a acontecer coisas estranhas na casa da Diana.

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quarta-feira, junho 14, 2006

Lenda do Bloco E CEFET-PR (actual UTFPR)

Há um facto muito curioso no antigo Centro Federal de Educação Tecnológica do Paraná (CEFET-PR, hoje chamada de Universidade Tecnológica Federal do Paraná - UTFPR). O caso realístico para uns pode se tornar um boato para outros. Mas todas as pessoas que freqüentam a universidade já ouviram a história em que o Bloco E foi um antigo cemitério. Lá habitava os corpos de mortos, sendo levados por enfermeiros, subindo rampas para então serem guardados em grandes armários. Hoje, essas rampas ainda existem. Agora, o que eram salas para o armazenamento dos mortos hoje são salas de aula para alunos de Engenharia, tecnologia e ensino-médio. À noite, há pessoas que afirmam ter visto fantasmas rondando os corredores do bloco E. E aqui começa a história que aconteceu com a professora de um amigo meu. Meu amigo chamarei de Thiago e a professora de Cristina.Cristina é uma professora do departamento de matemática. Conforme o que Thiago afirmava, Cristina costumava corrigir as provas de noite, porque o bloco E sempre fica vazio a partir das 23horas, principalmente no último pavimento (porque o bloco E apresenta 3 pavimentos). Como todos sabem, quando a UTFPR fica vazia, costuma-se apagar todas as luzes das salas de aula, ficando uma escuridão total, restando somente a luz do corredor. Certo dia, Cristina estava corrigindo as provas, após todos os alunos irem embora. Como estava sozinha no bloco E, ela estava tranqüila, com sua caneta vermelha. De repente, ela viu um vulto no corredor mal iluminado. A professora deu um pulo e ficou pálida. Passado um minuto de susto, ela sentiu uma mão fria encostando seus ombros. Cristina deu um grito e saiu correndo pela rampa da universidade. A partir daquele dia, ela nunca mais fica sozinha no bloco E. Agora, ela costuma corrigir as provas no departamento de matemática, e é uma das primeiras a sair da UTFPR.Eu acredito no meu amigo Thiago, mas se é muito assustador um fantasma colocar uma mão gelada no ombro, com certeza é!

Lenda de Rafael de Almeida Teixeira

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domingo, junho 04, 2006

Lendas Urbanas II


No Cemitério
A Daniela tinha que ir com a mãe percorrer um longo caminho até ao cemitério para ir levar flores aos avós dela. Como estavam cansadas de tanto andar, resolveram descansar um bocado perto da campa. A mãe estava tão cansada que adormeceu e a Daniela resolveu pôr-se a brincar por ali. Havia um menino que lhe disse. «Olá. Como te chamas?».
«Paulo Manuel, queres brincar comigo?», perguntou o menino. E estiveram por ali algumas horas juntos! Quando a Daniela ouviu a mãe chamá-la para voltarem para casa, despediu-se do menino. No caminho de regresso a casa, a Daniela deu um grito.
Numa lápide estava escrito: «Deus abençoe o Paulo Manuel, falecido a 6 de Abril de 1915». Era um menino com quem a Daniela tinha estado a brincar! A Daniela perguntou à mãe se sabia de alguma coisa sobre esse menino. Ela olhou para ela atónita e confessou que existia umas históris sobre ele: Tinham enterrado Paulo ainda vivo e ele asfixiou dentro do caixão...

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