domingo, agosto 21, 2011

Casa assombrada em Alcântara recebe visitas guiadas à noite

Casa Assombrada abre as suas portas

Reza a história que uma casa abandonada, em Alcântara, está assombrada. O Teatro Reflexo viu nela o cenário perfeito para visitas guiadas à noite, uma iniciativa nunca feita em Portugal

Expectantes, os 16 curiosos murmuram sobre o que os espera antes da visita à casa-fantasma. Sofia e Luís, um jovem casal de namorados, acharam a ideia original e tencionam ser surpreendidos. Não sabem o que os espera, mas «o facto de ser um programa diferente com uma história e mistério associados» desperta-lhes a curiosidade. «Não é romântico, mas é um programa diferente».

E o que leva as pessoas a fazerem visitas durante a noite a uma casa que se diz assombrada? Na sala de espera, que funciona como uma galeria de arte, um grupo de amigos especula sobre as suas motivações. «Vim pelo desconhecido e pela excitação de não saber bem o que é. A ideia é experimentar a sensação do medo entre amigos. Sozinha não vinha! Imaginei uma casa antiga vazia, uns barulhos, umas almas penadas. O meu marido acredita em fantasmas, eu não». Cépticos ou não, todos vêm pelo medo do desconhecido, o coração a bater abruptamente, os arrepios sempre que se ouve uma história que foge ao convencional.

O casarão antigo, fechado há anos porque ninguém consegue permanecer nele durante muito tempo, vai ser demolido. Até que isso aconteça, o proprietário convidou o encenador e director artístico do Teatro Reflexo, Michel Simeão, para dinamizar culturalmente o espaço. «Quando conheci a casa fiquei completamente fascinado. Só a casa dá-nos tudo mas, além disso, comecei a ouvir histórias sobre as duas famílias que aqui viveram e soube logo o que queria fazer», conta Michel. A ideia partiu de um conceito existente no Reino Unido e nos EUA, onde se fazem este tipo de programas. Michel teve contacto com esta experiência há seis anos, quando visitou casas assombradas na Escócia. Decidiu manter a casa como a encontrou, sem decorar ou mudar as coisas de sítio, uma vez que já é assustadora o suficiente, oferecendo todo um imaginário fantasmagórico.

Não é a Casa do Terror da Feira Popular

Um aviso é feito desde logo pelos organizadores, para não equivocar os visitantes. «Isto não é a Passagem do Terror da Feira Popular». Durante a visita de 70 minutos, não há qualquer tipo de representação, apenas relatos das histórias que lhes chegaram aos ouvidos.

Sem luz eléctrica, apenas com foco, os participantes são convidados a explorar as divisões da casa apalaçada do século XIX, que pertenceu ao Conde da Ponte. No escuro, são relatadas as histórias e acontecimentos paranormais das famílias que habitaram a casa outrora. «Vamos sugestionando as pessoas a pensar noutras coisas para além do universo dos fantasmas. Há todo um universo de energia e fenómenos que não sabemos explicar, mas a nossa mente vai logo para o fantasmagórico», explica Michel.

O grupo quer desmistificar o medo e proporcionar uma experiência diferente, «aliciando as pessoas a fazerem determinadas coisas ao longo do percurso». Os participantes são expostos a situações de maior fragilidade com o intuito de se perceber como reagem à sugestão do medo. «Toda a experiência tem a ver com o tipo de pessoas que cá está, porque o medo é de fácil contágio. Se uma pessoa está ao nosso lado e se assusta, isso também nos vai assustar».

O encenador conta-nos que já houve pessoas que desistiram a meio por estarem altamente sugestionadas. «Há algumas que saem de lá disparadas porque ao mínimo de barulho que possam ouvir, como o estalar da madeira ou um carro a passar, é o suficiente para se assustarem».

Apesar de não acreditar neste tipo de coisas, Michel tem medo de permanecer sozinho na casa. «Não acredito em bruxas, mas que as há, há». Afirma que nunca viu nada mas que há uma coisa que lhe causa impressão. «O cão que anda sempre connosco não sobe para o segundo andar da casa, que é o sítio que dizem que tem uma carga mais pesada. Acredito que os animais têm um poder de sentir essas coisas».

Finda a visita, o grupo que coabitou o palacete cochicha a experiência (des)assombrada que sentiu na pele. Ou não. Cristina confessa que houve um momento em que sentiu medo «porque estava à espera de algo, que não chegou a acontecer». Paulo, que andou a vaguear pela escuridão sozinho, ficou decepcionado consigo mesmo. «Estava convencido que ia ter emoção e não senti nada. Estive a tentar ouvir barulhos e não ouvi nada, que chatice!».

As visitas, que começaram no dia 13 de Julho, e acontecem às quartas e quintas-feiras, às 22h00 e às 00h00, já estão esgotadas até ao final do mês, mas poderão ser prolongadas até Setembro. Homens e mulheres maiores de 16 anos testam os seus limites, temores e receios nesta iniciativa pioneira em Portugal. «Já fizemos uma sessão para uma despedida de solteira. Foi muito engraçado, houve gritos pela casa toda». Já os homens aparecem sempre com uma «postura de durões». «Quando se assustam há uma defesa muito grande que eles têm de impor e nota-se que se controlam mais para não mostrarem medo às namoradas».


Local da casa: Travessa do Conde da Ponte, nº21, 1300 Lisboa, Portugal

Fonte do texto: Semanário Sol Online - jornalista Rita Osório

Fonte da fotografia: DN Artes

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sábado, setembro 25, 2010

"Bruxaria e Criaturas Fantásticas" em exposição

O Centro de Exposições do Freeport, em Alcochete, inaugura hoje a exposição "Bruxaria e Criaturas Fantásticas", com o historiador José Paiva a considerar que as pessoas podem aprender sobre o fenómeno em Portugal.








Fonte: Sapo Notícias e Correio da Manhã

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domingo, maio 10, 2009

1 Acampamento Assombrado! História Veridica!


Sou um menino que frequenta um grupo de Jovens de uma igreja de Petropolis- RJ. Certo dia fomos a 3 sitios. Nosso grupo foi dividido em 3 e cada um foi para um sitio, meu grupo ficou em um sitio onde teriamos que dormir no mato sem adultos por perto.Um menino que morava la começou a contar uma lenda que a 3 anos atrás um grupo de assaltantes havia invadido o sitio e feito uma chacina matanto cerca de 8 pessoas ( Tinha umas 30 la) e esses espiritos ficavam rondando o sitio. Nao demos bola para isso fizemos uma fogueira e continuamos conversando quando era cerca de 12:30 da noite ouvimos um mugido para dentro da mata não demos bola, de repente ouvimos um choro de um cachorro por uns 15 segundos. Todos nós acendemos a lanterna e fomos ver o que era, encontramos um cachorro destroçado com parte da cabeça arrancada. Achamos muito estranho e ficamos nos perguntando que bicho tinha feito isso com aquele cachorro (era filhote) começamos a ficar com medo, estavamos voltando para as barracas quando de repende ouvimos outro som de cachorro chorando bem perto de onde estavamos, dessa vez o cachorro estava apenas sem um dos olhos mas ainda estava vivo. Saimos correndo e voltamos para as barracas. Eramos 8 garotos tinham 2 barracas sendo 4 garotos em cada barraca. Não conseguiamos dormir e continuamos conversando em frente a fogueira. De repente vimos um vulto negro entre as arvores atrás de nós não perdemos tempo e corremos o mais rapido que podiamos para dentro da mata deixando tudo para trás. Foi aí que encontramos uma coisa parecida com um homem de olhos vermelhos andando de quatro dentro da mata. Parecia que estava com sangue na boca. Estavamos sem saber para onde correr. Corremos então para tentar achar um final naquela floresta. Achamos uma cova onde tinha 6 cachorros mortos. Todos estavam faltando 1 dos olhos. Contando com aqueles 2 que vimos no chão da floresta eram 8 cachorros mortos. (O mesmo numero de pessoas que morreram na historia que o menino contou). Nós vimos um clarão muito branco e depois deste clarão apareceu aquela criatura vista anteriormente na mata. Ela agarrou Jonas e o mordeu na orelha. Ele se soltou descemos alguns rolando a floresta outros correndo muito rapido e voltamos ao acampamento. (Isso ja era umas 5h da manhã) Acordamos o Frey Roberto e ele foi cuidar de Jonas que estava com a orelha sangrando. As 7h da manhã deixamos aquele Sitio e NUNCA MAIS VOLTAREMOS PARA LA. Foi horrivel, Não sabia se ia sair vivo daquele lugar. Essa historia foi veridica Ocorreu 14/04/2008. Estamos apavorados até hoje... A respeito ligamos para o sitio depois e perguntamos se eles acharam algo na mata. 8 covas foram encontradas contudo nao tinha nada dentro delas.


* Lenda enviada por: icosagono

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Histórias de Fantasmas (Verídicas)

Hoje meu pai esta com 94 anos, e me contou varias histórias que aconteceram na mocidade dele. Aqui vou escrever algumas: um compadre do meu pai chamado GALDINO sempre que ele voltava do trabalho, ele via uma mulher varrendo a frente de uma casa, isso era todos os dias.Um certo dia ele resolveu parar pra conversa com essa mulher, ela sempre de cabeça baixa varrendo, ele desconfiou: por que ela não olha pra mim. Pensou.
De repente a mulher levanta a cabeça, e ele pôde ver a face cadavérica da mulher.

NA CIDADE DE LENÇOIS BH, um homem chegou de viagem e não tinha lugar pra ficar, então bateu na porta de uma casa e o dono veio atender, o homem perguntou: posso ficar aqui por alguns dias? Eu cheguei de viagem e não tenho onde ficar.
O dono da casa concordou e mandou ele entrar.De repente o dono da casa sumiu. Quando o rapaz estava tomando banho, só ouviu a voz do dono da casa gritando: eu jogo!...Eu jogo!..., Quando o rapaz respondeu: pode jogar.
Ele ouviu os barulhos das tabuas caindo, quando ele saiu do banho correndo ele viu um caixão com um corpo seco dentro.Esse rapaz saiu correndo pra rua.E foi informado que naquela casa não morava ninguém e que o dono tinha morrido há 22 anos.

Uma senhora costureira costumava trabalhar até tarde da noite.Um dia ela estava costurando, e chegou um homem pedindo que ela comprasse dele uma cabeça de repolho e insistiu muito.A costureira com dó dele comprou, deu-lhe o dinheiro e pegou o repolho, foi até a cozinha e colocou o repolho dentro da pia. No outro dia quando ela foi ver, o repolho era um crânio.

EM SALVADOR-BH, NO BAIRRO VERMELHO por volta da meia noite as pessoas não saiam de casa, pra não ver o bonde fantasma.Esse fenômeno sobrenatural acontecia sempre no mesmo horário. Era um bonde cheio de fogo, as pessoas que viam do trabalho tarde da noite, corriam pra não ver o bonde passar.Uma vez aconteceu que um passageiro parou esse bonde, pensando que era comum.Ele subiu e quando foi pagar o cobrador era uma caveira, esse homem saiu gritando pela estrada. Esse fato se passou nos anos 40, o fato é que um bonde incendiou no bairro vermelho, não sobrou um passageiro.Então passou a acontecer essa aparição fantasmagórica.Essa história é verdadeira, e foram contadas pelo meu pai, que hoje está com 94 anos de idade e conheceu essas pessoas.

* Lenda enviada por: adelaide de oliveira

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A Moça Da Capa Preta


Era Uma Vez uma moça muito bonita que gostava muito de Dançar em Bailes...Certo Dia Um Jovem com péssima aparência chamou-a para dançar! E ela não aceitou dançar com esse jovem. De repente deu uma vontade de ir ao banheiro. Quando ela saiu o jovem, a esfaqueou, e ela faleceu... Outro dia um moço foi ao mesmo Baile. Depois de muitos anos da morte da moça... E ele encontrou uma moça muito bonita, a qual sempre vestia uma capa preta. Quando chegava no Baile ela tirava e pendurava! Só usava quando saía! Um dia ela pediu pra ele leva-la em sua casa. Chegando lá ele reparou que sua casa era muito escura e sem energia. Clareada por luzes de velas. Assim que ela chegou em casa tirou sua capa preta, e pendurou como sempre fazia... Eles dois estavam tão cansados que se deitaram e dormiram. Quando foi pela manhã ele acordou e percebeu que estava em um cemitério, e a capa estava pendurada na TUMBA! O rapaz tomou um susto tão grande que Gritou! AAAAAH! , Ele observando a tumba percebeu que ali estava o nome da garota, e a data de sua morte. Já fazia 10 Anos que ela tinha morrido. Mas sua alma inconformada com o que aconteceu continuou indo ao mesmo baile dançando com vários rapazes, infernizando a vida de todos os rapazes. O rapaz inconformado foi na casa a qual ela deu o endereço (A casa Dos Familiares dela). Chegando lá quem atendeu a porta, foi uma governanta que era muito antiga na casa! E o rapaz perguntou: - Bom Dia, A Senhora conhece uma moça que gosta muito de ir ao Baile, E usa uma capa preta? Assustada a Governanta respondeu:
- Olhe ali o retrato dela faz 10 anos que ela morreu.
O Rapaz ficou louco.
E assim aconteceu com milhares de rapazes a qual visitavam esse baile. Isso não é uma simples lenda, se você quiser tirar duvidas, venham aqui em Maceió no Cemitério Trapiches da Barra. A Tumba dela está lá junto com uma capa preta... Se não acredita! Olhe com seus próprios olhos...


* Lenda enviada por: LuixinhoO - Lendas de Maceió

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A Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça


Há muitos anos em uma cidade do interior de MG chamada Ibitipoca, conta-se a lenda de um cavaleiro que a meia noite saía a cavalgar ao redor das fazendas, e que ao encontrar alguém, decapitava e colocava o seu corpo nas cercas. Diz a lenda que há 166 anos um rico dono de minas de ouro se apaixonou por uma linda jovem filha do governador da província. Ao saber do amor do rico fazendeiro a jovem que ouvia boatos sobre a arrogância e o jeito que o mesmo tratava os escravos resolveu negá-lo. Com raiva, o fazendeiro saía a cavalo à meia noite e decapitava as pessoas que encontrava. Ao desconfiar das saídas do seu patrão o capataz resolveu denuncia-lo. Logo o capataz foi morto e seu corpo, sem cabeça, foi encontrado na cerca da fazenda. Com isso o povoado se moveu contra o fazendeiro, o capturaram e o decapitaram. Hoje ao redor da vila ainda se pode escutar o galope de cavalos em disparada e gritos de pessoa implorando por sua vida.


* Lenda de Rogi e Odrep

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sexta-feira, março 13, 2009

Azar e Mau olhado expulsos de Montalegre

Mais uma vez Montalegre celebra sexta-feira 13 com caminhadas, queimada e teatro. Para participar basta equipar-se com um chapéu de bruxas. O fim-de-semana será preenchido com caminhadas e cozedura de pão e de vitela em forno de lenha comunitário, actividades organizadas pela Montes de Encanto.
Sexta feira, no castelo, bebe-se a queimada, reza-se o esconjuro e sai à rua o Cálice da Alegria, um espectáculo teatral que retrata a saga de alguns cómicos medievais que se deslocam às portas do concelho à procura do elixir da alegria. Duendes, diabos, bruxas e outras assombrações seguem-nos na sua caminhada até ao castelo, onde acreditam estar o líquido poderoso que queima as goelas e produz delirantes efeitos do riso.
A encenação é composta por efeitos musicais, imagens arrepiantes, dragões que cospem fogo, carroças que voam pelo ar e pássaros gigantescos que vão sobrevoar esta noite de azar.

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quinta-feira, maio 22, 2008

Perseguida

Um dia eu resolvi fazer a brincadeira do compasso. Eu fiz e achei legal, parei por uns tempos mas depois eu comecei a ver vultos na minha casa, a ouvir cachorro me seguindo, a sentir uma vontade de chorar sem conseguir, aquele peso no peito, sem contar as coisas estranhas que aparecem nas fotos que eu tenho. Fiquei com medo e querendo saber o que estava acontecendo. Eu voltei a fazer a brincadeira, fiz um amigo no compasso, o estranho é que só ele fala comigo, ele me disse que há espíritos do bem e do mal na minha casa, os do bem andando e rondando a casa, os do mal nas fotos, meu pai comecou a sentir dores estranhas. Hoje eu vi o cachorro que me seguia, de relance mas vi, ele era grande e preto, estava do meu lado.

Kananda

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sábado, maio 10, 2008

Espírito da Mulher Na Lousa


Foi numa sexta feira, eu estava na escola na aula de artes, fazendo um trabalho em grupo. Depois que terminamos o trabalho, resolvemos eu e meus amigos brincar da brincadeira do compasso, enquanto não terminava a aula. Então a minha amiga fez os círculos às letras a palavra sim e não e o pentagrama no círculo e começou: Tem alguém aí? E o compasso virou na palavra SIM, e ela perguntou de novo, Você é bom ou mal? E o compasso não se mexeu, e enquanto a gente perguntava, o resto da sala vinha ver a nossa brincadeira e a professora nem ligava, até que vieram uns moleques trouxas e perguntaram: Você é virgem? E o compasso foi para a palavra NÃO e todos começaram a fazer perguntas, até que bateu o sinal e a professora pediu os trabalhos. A minha amiga foi parar de brincar e guardar o compasso, o braço dela não se mexia, e ela começou a ficar assustada e a chorar, eu pensei que era brincadeira. Mas o braço dela estava duro de verdade, ela começou a gritar e alguns moleques zueiros da sala começaram a xingar ela de louca, fubanga, escandalosa, de tudo que era nome,e foi nessa hora que a professora de matemática entrou e começou a se sentir mal, falando que a atmosfera da sala estava pesada, e ela caiu no chão e disse que havia um espírito de uma mulher em frente á lousa. Ela começou a sufocar, parecia que alguém estava enforcando ela, ela segurava um colar no pescoço porque ela era espírita. E então ficou aquela bagunça na sala,e algumas meninas ficaram com medos e saíram da sala junto com o resto das pessoas eu fiquei com muito medo e então chamaram o professor de biologia que também era espírita para despachar o espírito da sala. Foi a maior bagunça na sala e nós que estávamos brincando levamos suspensão de três dias.


William

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quarta-feira, outubro 31, 2007

POR FAVOR LEIAM ANTES DE VER O VÍDEO!!!!!

Estranho mas interessante ...

Esta é uma publicidade a uma marca de automóvel, feita em
Inglaterra.

Quando acabaram de filmar, o realizador reparou que algo se movia à frente do carro, uma espécie de sombra branca etérea.


Souberam entretanto que, exactamente um ano antes, uma pessoa tinha morrido naquele local.

Assim, o filme nunca foi posto no ar devido ao inesperado fenómeno "fantasma".

Repare na frente do carro quando ele sai de trás das árvores, a meio do ecrã e poderá ver a sombra branca que segue o carro ao longo da estrada.


Será um fantasma ou apenas um defeito do filme. Decida por si...

Se estiver com atenção pode ouvir o cameraman a sussurrar (convém por o volume mais alto e desligar a música do blog), já no fim do comercial.

Um bocado arrepiante e ao mesmo tempo interessante.

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quarta-feira, setembro 26, 2007

Alguém tenta dizer algo


Desde que me mudei para a minha casa nova, já há uns treze anos, acontecem-me coisas estranhas... Embora ninguém acredite em mim, nem sequer a minha mãe, eu sei que não é a minha imaginação... Tudo começou assim: uma mancha em forma de rosto aparecia na cabina de duche mal eu começava a tomar banho, aparecia todos os dias... mas quando a minha irmã tomava banho não aparecia nada! A história não acaba aqui... Sempre que ouvia MP3 ou estava sozinha num dos quartos, ouvia alguém a chamar-me: Laura, Laura... O pior ainda estava para vir: uma noite estava calmamente a ouvir rádio quando de repente a música começou a ficar mais alta, pouco a pouco. Pensei que era a minha irmã com o comando, mas depois vi que estava em cima da minha mesa. Não entendi o que estava a acontecer! Aproximei-me para ver o que se passava e o volume subia cada vez mais depressa... Via os números da minha aparelhagem a mudarem bué depressa... a rodinha mexia-se sozinha! Acho que a pessoa que queria comunicar comigo era uma menina, porque numa manhã de Verão em que os meus pais estavam a trabalhar e a minha irmã estava na casa duma amiga, aconteceu-me uma coisa super misteriosa... Nesse dia acordei quando me apeteceu e, ao abrir os olhos... vi no meu espelho grande a imagem de uma menina que tinha o cabelo como eu, castanho, liso e comprido, vestia um pijama normal e tinha uns olhos verdes. Aproximava-se cada vez mais, mas fechei os olhos e, quando os abri, a menina já não estava lá... Já há algum tempo que não a vejo, mas temo o pior...

Laura

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sexta-feira, dezembro 22, 2006

O Fantasma do Natal


Era uma vez em 1969 um menino que se chamava Alfredo de 20 anos que fumava marijuana e era viciado e ele era muito rebelde estava já no natal dia 25 de dezembro, ele adorava partir as janelas dos vizinhos e a sua mãe muito velha era doente e ele nem cuidava, um dia tinha um mendigo de uns 70 anos acabado de tanto velho estava na rua e o Alfredo passou e o mendigo pediu um trocado e o menino falou:
- O quê?!
E empurrou tão forte contra a parede que o mendigo bateu com a cabeça e morreu.
Alfredo desesperado correu atravessando a rua e foi atropelado e foi para o hospital.
No hospital estava a sua mãe e as enfermeiras, ele estava a correr risco de vida, perdeu muito sangue mesmo e quando estava quase a morrer ele viu o mendigo do lado dele a falar que ele pagará pelos seus crimes ficando na terra para sempre.
Todo os dias 25 de dezembro pessoas dizem que vêem um mendigo de 20 anos cheio de trapos sujos de sangue pela cidade.
Uma vez uma mulher saiu no natal para fazer compras e viu o mendigo e ela olhou e falou:
- Você está a sangrar, quer que eu chame ajuda?
E ele falou:
-Eu preciso subir!! Eu estou preso, ajude-me.
Ela sem saber virou-se para pedir ajuda e ele tinha desaparecido.

Texto de p!nk girl retirado do site: www.sobrenatural.org

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domingo, dezembro 10, 2006

Vozes do Além




A Lúcia vivia com a família num casarão. Naquele fim-de-semana, todos tinham ido esquiar. Todos menos ela e o irmão mais velho, o Cristiano, que tinham ficar na aldeia para estudar bué. No sábado passaram o dia todo a marrar, por isso, decidiram recompensar-se a eles próprios pelo trabalho feito, pedindo a maior pizza de todas e sumos. A pizza chegou, ainda por cima era uma de tamanho familiar, e a Lúcia e o Cristiano decidiram devorá-la no salão da casa. Enquanto comiam a pizza gigantesca, ouviram umas vozes infantis. Olharam um para o outro, largaram a pizza e perguntaram-se de onde vinham as vozes. Então viram o «walkie-talkie» do irmão mais novo. Sim, aquele aparelho que os pais usam para saber o que os filhos bebés estão a fazer no quarto sem precisarem de ir lá ver. Não pensaram duas vezes e foram ao quarto do irmãozinho. O outro «walkie-talkie» estava lá, mas o quarto estava vazio. Voltaram para a sala, rindo nervosamente. Estam histéricos, pálidos e sem fome! Quando chegaram à sala, viram que o outro «walkie-talkie» se ligava e voltaram a ouvir as vozes das crianças. Não se percebia o que estavam a dizer. Era como se estivessem a falar. A Lúcia e o Cristiano estavam à beira de um ataque de nervos, mas decidiram voltar ao quarto do irmãozinho. Mais uma vez, não havia ninguém. Mas enquanto voltavam para a sala, ouviram que alguém corria pelo corredor, perseguindo uma bola. Não conseguiam aguentar mais. Pegaram no dinheiro que a mão lhes havia deixado, pelo sim, pelo não, e foram dormir para um hotel.. Alugaram um único quarto para os dois. Estavam mortos de medo! Mas as vozes seguiram-nos até ao hotel, e desta vez eram perfeitamente compreensíveis: «Ajuda-nos, ajuda-nos...». De repente, apareceram um menino e uma menina. Chamavam-se... Cristiano e Lúcia! Acontece que há cem anos, tinha existido um jardim infantil na cave do casarão. Mas num dia fatídico, a casa ardeu e todas as crianças morreram. As suas almas ficaram presas na casa e a porta para o Além só se abria no centésimo aniversário da tragédia. Ou seja, naquele dia! A única maneira de libertar as almas era voltar ao casarão, ir à cave e pedir ao guardiões do Além que deixassem entrar Cristiano e Lúcia. Se não o fizessem, seriam perseguidos pelos fantasmas para sempre. Voltaram a casa e invocaram os guardiões. A porta do Além abriu-se, mas não levou os fantasmas, e sim Cristiano e Lúcia. Nunca mais voltaram e as duas crianças fantasma continuam a percorrer o casarão, à espera que passem mais cem anos...

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domingo, setembro 10, 2006

Imagens de fantasmas

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quinta-feira, agosto 24, 2006

Nove Vezes Verónica


Há 30 anos, Verónica, uma rapariga de 14 anos, fez uma sessão de espiritismo com os amigos. Fez troça do Além até que os espíritos se enfureceram e lhe atiraram com uma cadeira à cabeça, matando-a naquele mesmo instante. Depois disto, o seu espírito ficou condenado para sempre. No ano passado, no primeiro dia de aulas, a Ana, uma rapariga de Cascais, foi desafiada pelos colegas a dizer Verónica nove vezes em frente ao espelho de uma das casas de banho da escola. Ela entrou no jogo dos colegas e fez o que lhe disseram, mas nada aconteceu e ficaram todos tranquilos. No dia seguinte, quando voltou à mesma casa de banho onde tinha invocado Verónica, sentiu um arrepio na nuca. Voltou-se, mas não estava lá ninguém. Quando voltou a olhar para o espelho, viu algo escrito com sangue: «Sou a Verónica. Não me devias ter chamado». Matou-a e a escola ficou amaldiçoada para sempre.

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quarta-feira, junho 14, 2006

Lendas urbanas sobre a escola Base

Vocês se lembram do caso da Escola Base ,ocorrido em 1994 , em que algumas crianças inventaram histórias estranhas sobre os professores ? Naquela época , os donos da escola foram acusados de pedofilia . Mas , depois a justiça provou a inocência deles . Toda esta confusão aconteceu porque a mídia deu crédito excessivo às denúncias de algumas mães de alunos da escola, e a imprensa assumiu a queixa como se fosse fato provado. Vocês se lembram , que na época , um menino falou que conversou com uma nuvem e a sua mãe pensou que esta visão era um efeito de drogas ? Naquele tempo , alguns vizinhos desta escola , afirmaram existir uma explicação sobrenatural para esta visão , mas os investigadores ignoraram as histórias deles . Na época , estes vizinhos afirmaram que aquela casa tinha algo de sobrenatural , pois de noite , sem haver ninguém lá dentro , eles , às vezes , escutavam uns ruídos esquisitos e viam coisas estranhas , como luzes que se apagavam . Também , naquela época , uma funcionária falou para uma vizinha desta escola que , uma vez , quando estava limpando uma sala de aula , viu uma nuvem estranha em sua frente . A mesma funcionária afirmou ter visto um menino falando com uma luz , que quando notou a sua presença desapareceu . Esta moça chegou a dar entrevistas para alguns programas de televisão na época , mas estas suas palavras , com relação aos fatos sobrenaturais , foram ignoradas pela investigação . E você leitor , qual é a sua opinião ? Será que , realmente , houve algo de sobrenatural no caso da Escola Base ?

Luciana do Rocio Mallon .

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A escola abandonada

No centro de Curitiba , quase do lado do teatro Guaíra , existia o antigo Colégio Santa Maria , que foi desativado no final dos anos 80 . O problema é que após o seu abandono , alguns mendigos foram morar nele . Porém , estes moradores de rua , afirmaram ver coisas sobrenaturais neste prédio . Um destes moradores foi o mendigo Zé , já falecido .Ele nos relatou coisas muito estranhas em uma entrevista , feita quando ele ainda estava vivo . Eis o trecho , com as palavras de Zé :“ – Uma vez eu estava cochilando numa sala de aula abandonada , quando a imagem , meio borrada , de uma professora apareceu e disse :- Vamos Zé , estou aqui para ensina – lo . Após isto , ela passou algumas contas no quadro e eu perguntei :- Quem é a senhora ?- Onde a senhora mora ?Assim , ela me respondeu :- Sou a professora Isabel e meu corpo reside no Cemitério Municipal . Mas , a minha alma sai por aí , para ensinar pessoas menos favorecidas . “Também , conversamos , com outro mendigo , ex – morador desta escola abandonada . O nome dele é Pedro . Vamos ler o que ele nos falou : “ – Quando eu dormia no prédio abandonado , do Colégio Santa Maria , sempre via coisas muito estranhas . Eu sempre via turma de alunos uniformizados em vários atos : correndo pelos corredores , em filas , chorando e estudando dentro de algumas salas . Eu , também , sempre escutava vozes , com os seguintes dizeres :- Acho que tirei zero na prova .- Ainda bem que a professora não me pegou colando .- Eu queria ser inteligente . “Bem , o mais interessante é que no começo do ano 2000 , uma pequena parte deste colégio abandonado , foi comprado por um hotel . Uma amiga , que ficou hospedada neste hotel , disse que , também , viu coisas sobrenaturais nele . No mesmo dia em que ela ficou hospedada , esta moça teve o seguinte sonho : Ela sonhou que um grupo de crianças , com uniformes nas cores azul e amarelo , chegou para ela e disse :- Queremos nossa escola de volta !- Transformaram um pedacinho da nossa escola em hotel , isto não está certo !Após escutar isto , ela acordou . E você , leitor , conhece alguma história semelhante ?

Luciana do Rocio Mallon .

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O banheiro do subsolo



Oi, essa história(ou melhor lenda...Chamem como vocês quiserem.) Aconteceu comigo e mais dois amigos, não irei mencionar nomes verdadeiros, todos no colégio São Carlos (onde eu estudo)contavam histórias sobre o banheiro do subsolo, por exemplo essa que eu irei contar: eu acho que eu estava na segunda série, todo mundo vivia falando que havia um fantasma no banheiro do subsolo, então idiota como eu sou, eu e mais 2 amigos (que na historia se chamaram: André e Claudio) fomos no dito cujo banheiro,ao chegar lá estavamos todos cheios de marra, dizendo:Bah,fantasma é o car****,vamos provar que aqui não tem nada! Mas quando a gente entrou no banheiro as luzes começaram a piscar. Jà estávamos cagados com aquilo,quando nós 3 vimos uma coisa meio cinza, parecia uma mulher meio deformada. Vimos o fantasma e saimos correndo, era recreio ainda, e eu lembro que a gente espalhou para todo mundo sobre o fantasma, claro que nem todos acreditaram. Depois disso, nós meio que evitamos voltar no banheiro de novo. Até hoje contamos essa história para as pessoas. Espero que tenham gostado da história! xau.....

Lenda de PC

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Lenda do Bloco E CEFET-PR (actual UTFPR)

Há um facto muito curioso no antigo Centro Federal de Educação Tecnológica do Paraná (CEFET-PR, hoje chamada de Universidade Tecnológica Federal do Paraná - UTFPR). O caso realístico para uns pode se tornar um boato para outros. Mas todas as pessoas que freqüentam a universidade já ouviram a história em que o Bloco E foi um antigo cemitério. Lá habitava os corpos de mortos, sendo levados por enfermeiros, subindo rampas para então serem guardados em grandes armários. Hoje, essas rampas ainda existem. Agora, o que eram salas para o armazenamento dos mortos hoje são salas de aula para alunos de Engenharia, tecnologia e ensino-médio. À noite, há pessoas que afirmam ter visto fantasmas rondando os corredores do bloco E. E aqui começa a história que aconteceu com a professora de um amigo meu. Meu amigo chamarei de Thiago e a professora de Cristina.Cristina é uma professora do departamento de matemática. Conforme o que Thiago afirmava, Cristina costumava corrigir as provas de noite, porque o bloco E sempre fica vazio a partir das 23horas, principalmente no último pavimento (porque o bloco E apresenta 3 pavimentos). Como todos sabem, quando a UTFPR fica vazia, costuma-se apagar todas as luzes das salas de aula, ficando uma escuridão total, restando somente a luz do corredor. Certo dia, Cristina estava corrigindo as provas, após todos os alunos irem embora. Como estava sozinha no bloco E, ela estava tranqüila, com sua caneta vermelha. De repente, ela viu um vulto no corredor mal iluminado. A professora deu um pulo e ficou pálida. Passado um minuto de susto, ela sentiu uma mão fria encostando seus ombros. Cristina deu um grito e saiu correndo pela rampa da universidade. A partir daquele dia, ela nunca mais fica sozinha no bloco E. Agora, ela costuma corrigir as provas no departamento de matemática, e é uma das primeiras a sair da UTFPR.Eu acredito no meu amigo Thiago, mas se é muito assustador um fantasma colocar uma mão gelada no ombro, com certeza é!

Lenda de Rafael de Almeida Teixeira

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segunda-feira, junho 05, 2006

O fígado de Maria Ventura


Esta lenda é muito contada nos acampamentos.É uma lenda que ocorreu mais ou menos em 1945 na cidade onde moro (Ribeira Grande, ilha de S. Miguel, Açores).Vou contar-lhes a lenda:O marido de Maria Ventura, de nome José, foi trabalhar no moinho, pois era moleiro.Maria Ventura costumava fazer-lhe um saboroso fígado de porco para almoçar. E nessa mesma tarde resolveu fazer esse petisco para o seu marido. Foi ao supermercado e comprou o fígado. Cozinhou-o, pôs a mesa, mas o marido nunca mais voltava para almoçar e como Maria Ventura estava cheia de fome, comeu o fígado.Só então, é que reparou que não tinha deixado nada para o seu marido e como era pobre e havia gastado o dinheiro todo foi ao cemitério. Por sorte (ou azar) de Maria Ventura, estava havendo um funeral. Depois do velório, Maria Ventura roubou o fígado do morto.Chegou a casa, cozinhou-o e serviu-o ao marido.
- Está muito bom! - exclamou José. - Não queres um bocadinho?!
- Não. - respondeu ela, pois já havia comido, e ainda por cima, o fígado era de uma pessoa morta.Tudo correu normalmente até que foram dormir.Maria Ventura deitou-se e passados mais ou menos duas horas, ouviu uma voz:
- Maria Ventura, dá-me o meu fígado!Maria Ventura pensou tratar-se de uma ilusão sua, pois tinha ficado um bocado transtornada, por ter roubado um fígado a um morto.Mas a voz falou de novo:
- Maria Ventura, estás a ouvir-me? Quero o meu fígado!Maria Ventura ficou assustada e abanou o marido:
- José, ouviste, José?- O quê? - perguntou ele, ensonado.- Uma voz, José! - respondeu ela, apavorada.
- Não. Tu deves estar a sonhar. - disse José.Maria pensou nisso mesmo, mas voltou a ouvir a voz:
- Maria Ventura, dá-me o meu fígado, olha, que eu estou mesmo em frente à porta da tua casa!Maria Ventura abanou de novo o marido.- Ouviste a voz, José?- Qual voz, mulher? Deves estar a alucinar. - resmungou o homem. - Agora, deixa-me dormir.Quando Maria Ventura, tentou adormecer, ouviu a voz de novo, mas esta estava ainda mais furiosa:- Maria Ventura, quero o meu fígado, olha, que eu estou mesmo em frente à porta do teu quarto!Maria abanou de novo o marido:
- José, a voz outra vez!
- Deixa-me dormir, Maria. - rosnou o José.
Maria tentou adormecer, mas ouviu a voz a gritar, furiosamente:
- Maria Ventura, quero o meu fígado, olha, que eu estou mesmo dentro do teu quarto!
Maria Ventura pensou estar a alucinar e desta vez não ligou e nem abanou o marido.Na manhã seguinte, quando acordou, José, viu com horror que a seu lado, a sua mulher estava morta, com o ventre cortado e sem o fígado.


P.S. Não roubes nada de um morto, porque podes vir a arrepender-te!

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