quinta-feira, fevereiro 03, 2011

A bruxa

Cristina era uma socióloga respeitada. Especializou-se no estudo da época da inquisição, quando, sob o manto da igreja, pessoas eram queimadas sob acusação de bruxaria. Através de suas pesquisas concluiu que, na maioria das vezes a perseguição era política, os acusados nunca haviam se envolvido com satanismo. Alguns casos pareciam típicos de doentes mentais, que mais deveriam ir para o sanatório que para fogueira. Um caso, contudo, chamou-lhe a atenção: Catarina, uma mulher do século XVII, queimada num povoado do interior, conhecida como a maior das feiticeiras. As lendas que dela se contavam perduravam até os dias atuais, sobre seu poder e maldade. Morrera queimada, jurando vingança. Cristina viajara para a cidade que se desenvolvera perto do antigo povoado onde a bruxa teve seu fim. Verificou que ,apesar dos séculos, as pessoas conheciam histórias sobre ela, havendo inclusive aqueles que jurassem ter visto reunião de demônios comandados por Catarina em um vale próximo. Cristina ia assim juntando material para uma nova tese, sobre o imaginário popular. Algumas coincidências, porém, logo chamaram-lhe a atenção. De tempos em tempos sumiam crianças na região, que nunca eram encontradas. Assim como começavam, os desaparecimentos terminavam. Catarina era considerada culpada, mesmo séculos após ter morrido. O fato é que nunca qualquer pista foi encontrada. Justamente após sua chegada na cidade, crianças começam a sumir, sem deixar vestígios. Havia mais de cinqüenta anos que aquilo não acontecia, portanto não poderia ser a mesma pessoa. Três garotos estavam desaparecidos. Não havia pista alguma, uma testemunha que fosse. Cristina envolveu-se com as investigações. Sentia que, se desvenda-se aquele crime, poderia explicar a estranha influência que aquela lenda exercia sobre a população daquele lugar. Passado algumas semanas nada de novo havia sido descoberto. Das outras crianças não mais foram vistas. O delegado local pensava até em pedir ajuda federal. Cristina não dormia direito, procurando, pela lógica, encontrar uma solução. Um dia a socióloga aparece na delegacia. Não havia dormido a noite anterior. Apesar de cientista tinha uma intuição. Visivelmente alterada, pediu ao delegado que a acompanhasse com alguns policiais. Foram ao local onde, pelos relatos que descobrira, Catarina havia cumprido pena. Era um pequeno vale. Movida por uma força estranha, Cristina, com as mãos escava o sopé de um morro próximo. A terra estava fofa. Os pequenos ossos não demoraram a aparecer. Ao ver tudo aquilo, o rosto de Cristina se transformou. À vista incrédula dos policiais, ela começava a gritar palavras incompreensíveis. Era como se duas almas lutassem por um só corpo. Suas feições iam, aos poucos, se transformando. Ela despiu-se até que, completamente nua começou a dançar freneticamente, num ritmo cada vez mais rápido, começou a levitar. De seus olhos, emanava o próprio mal. Cristina havia sacrificado aquelas crianças. Sem saber, seu corpo fora apossado por Catarina, que assim executava a sua vingança.

Lenda de Samira

Fonte: Mr Malas

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domingo, maio 10, 2009

1 Acampamento Assombrado! História Veridica!


Sou um menino que frequenta um grupo de Jovens de uma igreja de Petropolis- RJ. Certo dia fomos a 3 sitios. Nosso grupo foi dividido em 3 e cada um foi para um sitio, meu grupo ficou em um sitio onde teriamos que dormir no mato sem adultos por perto.Um menino que morava la começou a contar uma lenda que a 3 anos atrás um grupo de assaltantes havia invadido o sitio e feito uma chacina matanto cerca de 8 pessoas ( Tinha umas 30 la) e esses espiritos ficavam rondando o sitio. Nao demos bola para isso fizemos uma fogueira e continuamos conversando quando era cerca de 12:30 da noite ouvimos um mugido para dentro da mata não demos bola, de repente ouvimos um choro de um cachorro por uns 15 segundos. Todos nós acendemos a lanterna e fomos ver o que era, encontramos um cachorro destroçado com parte da cabeça arrancada. Achamos muito estranho e ficamos nos perguntando que bicho tinha feito isso com aquele cachorro (era filhote) começamos a ficar com medo, estavamos voltando para as barracas quando de repende ouvimos outro som de cachorro chorando bem perto de onde estavamos, dessa vez o cachorro estava apenas sem um dos olhos mas ainda estava vivo. Saimos correndo e voltamos para as barracas. Eramos 8 garotos tinham 2 barracas sendo 4 garotos em cada barraca. Não conseguiamos dormir e continuamos conversando em frente a fogueira. De repente vimos um vulto negro entre as arvores atrás de nós não perdemos tempo e corremos o mais rapido que podiamos para dentro da mata deixando tudo para trás. Foi aí que encontramos uma coisa parecida com um homem de olhos vermelhos andando de quatro dentro da mata. Parecia que estava com sangue na boca. Estavamos sem saber para onde correr. Corremos então para tentar achar um final naquela floresta. Achamos uma cova onde tinha 6 cachorros mortos. Todos estavam faltando 1 dos olhos. Contando com aqueles 2 que vimos no chão da floresta eram 8 cachorros mortos. (O mesmo numero de pessoas que morreram na historia que o menino contou). Nós vimos um clarão muito branco e depois deste clarão apareceu aquela criatura vista anteriormente na mata. Ela agarrou Jonas e o mordeu na orelha. Ele se soltou descemos alguns rolando a floresta outros correndo muito rapido e voltamos ao acampamento. (Isso ja era umas 5h da manhã) Acordamos o Frey Roberto e ele foi cuidar de Jonas que estava com a orelha sangrando. As 7h da manhã deixamos aquele Sitio e NUNCA MAIS VOLTAREMOS PARA LA. Foi horrivel, Não sabia se ia sair vivo daquele lugar. Essa historia foi veridica Ocorreu 14/04/2008. Estamos apavorados até hoje... A respeito ligamos para o sitio depois e perguntamos se eles acharam algo na mata. 8 covas foram encontradas contudo nao tinha nada dentro delas.


* Lenda enviada por: icosagono

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A Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça


Há muitos anos em uma cidade do interior de MG chamada Ibitipoca, conta-se a lenda de um cavaleiro que a meia noite saía a cavalgar ao redor das fazendas, e que ao encontrar alguém, decapitava e colocava o seu corpo nas cercas. Diz a lenda que há 166 anos um rico dono de minas de ouro se apaixonou por uma linda jovem filha do governador da província. Ao saber do amor do rico fazendeiro a jovem que ouvia boatos sobre a arrogância e o jeito que o mesmo tratava os escravos resolveu negá-lo. Com raiva, o fazendeiro saía a cavalo à meia noite e decapitava as pessoas que encontrava. Ao desconfiar das saídas do seu patrão o capataz resolveu denuncia-lo. Logo o capataz foi morto e seu corpo, sem cabeça, foi encontrado na cerca da fazenda. Com isso o povoado se moveu contra o fazendeiro, o capturaram e o decapitaram. Hoje ao redor da vila ainda se pode escutar o galope de cavalos em disparada e gritos de pessoa implorando por sua vida.


* Lenda de Rogi e Odrep

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A Garota Morta-Viva'


Numa festa da escola, eu e meus amigos como sempre, íamos para a festa. Chegando lá, tinha várias garotas bonitas e uma que era muito feia. Eu e meus amigos tivemos uma idéia, como nós não éramos fáceis, tramamos uma para a moça. Eu fui conversar com ela, e a chamei para dançar, como eu era o garoto mais bonito da festa, todas queriam dançar comigo, ai, as outras belíssimas meninas ficaram com raiva de mim e da garota. Como os meus 2 amigos estavam todos acompanhados, tivemos outra idéia, dentro da outra, iríamos levar as garotas, para um lugar bem escuro, onde ninguém nunca entrou. E começamos a fazer coisas com as garotas, como as outras não eram mais virgens, elas não se importaram, mas a menina feia, não gostou e me deu um tapa, ai eu a empurrei, e ela bateu com a cabeça no chão, e morreu. Saímos espantados, e guardamos segredo por muito tempo. Hoje eu sou casado, e meus 2 amigos também, tenho 2 filhos um rapaz e uma moça. E meus dois amigos têm 1 filho homem. Um dia meu filho apareceu em casa com uma namorada e que me parecia muito familiar, ele me apresentou a menina e minha mulher gostou dela. Na mesma noite ligaram lá pra casa dizendo que meu filho tinha morrido. E a namorada dele, tinha sumido. O filho do meu amigo também começou a namorar, com uma garota que parecia muito a ex de meu filho, e ele também morreu. Eu na mesma noite tinha tido um pesadelo com a menina feia da festa, e contei para meus amigos. Eles até que riram de mim, mas depois eles levaram a sério. E disse que essas namoradas dos dois meninos que tinham morrido era muito estranho, pois se parecia muito. Ai, eles pensaram que a mesma coisa poderia acontecer com o outro garoto. Ai, na mesma noite esse garoto apareceu com a namorada, que também parecia muito com as dos dois. Ai, eu e meus amigos pensamos, e disse que ele não iria sair com a menina, e ele acabou saindo. Nessa mesma noite, eu disse que isso teria que ter um fim, se não essa moça iria matar a todos nós com o encanto dela, pois ela veio muito bonita para cá. Aí, eu disse que eu tinha que fazer alguma coisa, pois essa história começou por minha causa. Eu fui ao galpão abandonado e quando eu cheguei lá, eu vi os ossos da moça no chão, e quando eu fui pegar, ela apareceu com uma faca e disse que iria me matar também, aí, minha filha que tinha ficado no carro, veio atrás de mim, e segurou a moça e a derrubou, ela caiu desmaiada, aí eu enterrei os ossos dela, o espírito da moça desapareceu e o encanto acabou.''


Lenda de Roberto

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quinta-feira, dezembro 18, 2008

Prendas malditas

A Soraia e a sua família passavam as festas na montanha. Eles adoravam passá-las lá porque nevava sempre e era tudo muito bonito. Naquele ano, Soraia estava impaciente por ver o que encontraria debaixo da árvore de Natal. Tinha pedido coisas super giras! No dia 25 de manhã não conseguiu esperar mais e apesar de os pais ainda não se terem levantado, abriu as prendas. Era bom que nunca o tivesse feito porque nos embrulhos não estava o que ela esperava. Na primeira prenda havia uma mão, a do seu pai! As outras prendas eram outras partes dos corpos dos seus pais... Ela saiu para a rua em pijama, e atrás dela também saiu o assassino! No dia seguinte encontraram o cadáver da Soraia sob as águas congeladas de um lago...

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sexta-feira, outubro 31, 2008

Lenda de Verónica


Acho que algumas pessoas já ouviram falar da lenda de Verônica mas para quem não ouviu eu passo a contar. Verônica vivia com os seus pais numa casa pequena, quando Verônica chegou a casa num dia de Halloween deparou-se com uma cena macabra quando ela entrou em casa encontrou rastos de sangue que levaram até ao quarto dos seus pais, lá no quarto estavam seus pais assassinados, o seu pai estava esfaqueado e a sua mãe enforcada..Verônica entrou em pânico e foi a correr até encontrar um polícia ...ela gagejando disse ao polícia "Os meus pais estão..estão..mor...mortos" O polícia disse "Calma menina vamos já para tua casa" mas quando chegaram a casa dela estava tudo normal não havia rastos de sangue não havia nimguem no quarto dos seus pais, Verônica pensou que estava a ver coisas o polícia disse "miuda maluca fizeste-me perder tempo" e saiu, ela muito abalada ainda dormiu quando acordou era 23:55 o seu sangue gelou... na casa estavam as mesmas marcas de sangue e no quarto onde estavam os seus pais assassinados, Verônica gritou de pavor e correu até ao seu quarto se pos em frente do eu enorme espelho...quando deu a ultima badalada da 00:00 o espelho se quebrou espetando os longos pedaços de vidro no corpo de Verônica..assassinando-a..lentamente. E esta é a lenda de Verônica, e a lenda diz se no dia de Halloween a meia noite disseres em frente de um espelho "Verônica não me mata" 13 vezes Verônica volta para te matar!!!!!


Stuart Sobrenatural

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sábado, outubro 06, 2007

Noite das bruxas


A Daniela foi passar a noite de S. João à casa de campo do avô. Chegou por volta das 6 da tarde, ainda era de dia e tinha tempo de dar um mergulho na piscina. Ficou a nadar até às nove da noite, porque estava lá super bem e relaxadamente! Depois saiu e foi jantar para a sala com o avô. Como estavam muito aborrecidos, o avô decidiu contar-lhe uma história assustadora. A história começa assim: conta a lenda que no São João à meia-noite o mal sai sempre à rua. A Daniela, embora estivesse com medo, ficou curiosa por ouvir o resto da história. O avô continuou: neste campo, há trinta anos, nesta noite morreu uma família em circunstâncias estranhas. Quando o avô acabou de pronunciar estas palavras, a luz apagou-se. O avô, assustado, foi ver os fusíveis se tinham queimado. A Daniela ficou na sala de jantar sozinha, à espera... Preocupava-se cada vez mais porque o avô não voltava, nem dizia nada. Ao fim de uma hora continuava sem aparecer e a Daniela decidiu ir ao sótão à procura dele. De repente, ficou petrificada, o impacto foi brutal. Os seus olhos não queriam acreditar no que viam!!! O avô estava morto... Tinha um machado cravado na cabeça! A Daniela começou a gritar super alto, virou-se para sair a correr, mas era demasiado tarde... De repente, a porta fechou-se e atrás dela ouviu um som de uma faca. Sem ter tempo de reagir, espetaram-lhe uma faca nas costas... MSS

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domingo, setembro 09, 2007

No comboio do terror...


Naquele dia, no parque de diversões, o Filipe e o seu grupo de amigos entraram no comboio do terror. A Lurdes estava assustada, não gostava que os montroslhe tocassem e a agarrasem... E o Filipe sentou-se com ela para a acalmar. O comboio começou a andar e lá se meteu no túnel escuro. Os monstros, as luzes fortes, o fumo... e a Lurdes a gritar! No entanto Filipe não podia parar de rir... De repente, o comboio parou e apareceu um monstro com uma serra eléctrica à frente da Lurdes. O grupo partia-se a rir! A luz apagou-se de repente e ouviram a Lurdes gritar. A luz acendeu-se e viram o monstro com a serra no pescoço da Lurdes. E o comboio começou a andar... «Quando dermos a volta, meterão a Lurdes no comboio, calma», explicou Filipe aos seus colegas. Mas o comboio deu a volta... e a Lurdes não estava lá! Então, o Filipe viu as suas mãos, os seus braços, o cabelo e os olhos pendurados na parede!!! Todo o corpo da Lurdes cortado ao pedacinhos... E tinha uma placa que dizia: «O monstro assanhou-se com os fracos». A polícia ainda não encontrou o monstro... queres mesmo ir a um parque de diversões?

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quarta-feira, setembro 05, 2007

A roda gigante da morte


Já há algum tempo que a Eva andava a receber ameaças de morte. A polícia tinha-lhe dito que não se preocupasse, que eram só brincadeiras parvas. Mas ela não conseguia deixar de se preocupar com aquelas chamadas... Além do mais, a polícia tinha-lhe dito que não contasse nada a ninguém, era mais prudente... e isso era mais angustiante! Não conseguiu aguentar a pressão e contou a uma amiga o sucedido, à Natália. Nela podia confiar! Uma tarde, a Natália decidiu levá-la com todo o grupo ao parque de diversões para a animar! Mal chegou a Eva, foram para a roda gigante e o Ismael disse que ia com elas... A roda começou às voltas e a Eva conseguiu esquecer-se das ameaças de morte. Quando estavam lá em cima, os olhos dela cruzaram-se com os de Ismael e sentiu algo estranho! De repente o Ismael sorriu e meteu a mão no bolso... a Eva olhou para baixo para ver a altura em que estava e alucinou: a Natália estava a gritar como uma louca, mas não conseguia entendê-la... O que podia fazer por ela? O Ismael levantou a mão, a Eva olhou outra vez para baixo e viu a Natália com polícias à volta. Porquê? Foi então que conseguiu ler nos lábios da sua amiga: «É ele!!!». Já não importava: o Ismael tinha-lhe espetado uma faca e atirou-se a seguir. Ele era o autor das ameaças, estava obcecado por ela... E cumpriu mesmo as ameaças que lhe tinha feito.

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quarta-feira, agosto 29, 2007

As pistolas assassinas


A Aurora, a Ângela e a Sónia estavam a passar uma tarde inesquecível no parque de diversões, até que a Ângela se lembrou de ir consultar uma vidente... «Será divertido, podemos gozar com ela, he, he», disse. A Aurora não queria: «Não quero, vamos antes às pistolas de água», disse-lhe. Mas nem pensar... A Ângela arrastou as amigas lá para dentro e pôs-se no gozo com a vidente. A senhora, que já tinha certa idade, enfureceu-se e disse-lhe: «Usa a tua cabeça!». Uff! A Aurora sentiu um arrepio tremendo e levou as amigas dali para fora... Mas a Ângela gritou cheia de raiva: «Vou entrar, outra vez, para lhe dizer algumas coisas». «Não! Vamos às pistolas, já chega!», gritou a Aurora. Mas ela entrou outra vez na barraquinha da vidente. A Sónia e a Aurora estavam fartas das suas parvoíces e puseram-se a brincar com as pistolas de água. Tinham de apontar às cabeças de borracha e deitá-las abaixo, e isso diverti-as! Mas, de repente, a Aurora ficou paralizada, horrorizada, branca... Acabava de disparar a uma cabeça humana: à cabeça da Ângela! E a sua pistola não era de água, era de sangue... O da sua amiga! E havia mais uma coisa, uma nota sob a cabeça cortada da Ângela: «Agora sim, utilizaste a cabeça». A Aurora e a Sónia desmaiaram a seguir...

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sexta-feira, julho 20, 2007

Destino: mundo canibal




«Apertem os cintos de segurança», repetiam as hospedeiras aos passageiros. «Peço desculpa, mas passa-se algo de errado?», perguntou Helena angustiada. «Não se preocupe, são apenas turbulências», responderam-lhe, para a tranquilizar. A viagem de avião tinha começado muito mal: com um atraso terrível e ainda por cima não tinha conseguido sentar ao lado do Íker! Tudo tinha acontecido muito rápido entre eles... Conheceram-se no início do Verão no avião que os levaria à Austrália, onde fariam um intercâmbio para aprender a língua. A partir desse momento, nunca mais se teriam separado e agora teriam de enfrentar a realidade. Por isso na noite anterior, ofereceram um ao outro anéis iguais, como um sinal que estariam sempre juntos! Pum!!! Uma pancada brutal interrompeu os pensamentos de Helena. O avião dava uns saltos brutais e quando ela se virou para ver o seu namorado, caiu-lhe uma mala na cabeça que a deixou inconsciente! Ao acordar, tinha sangue seco e areia na boca. Areia? Olhou à sua volta... tinha caído numa ilha deserta!!! Os restos do avião estavam à sua frente... «Acordou!», gritou outros passageiros. De seguida, aproximaram-se com comida: «Come isto, vai saber-te bem, tivemos um acidente e tens estado inconsciente». Helena obedeceu porque não tinha forças para falar. De repente, engasgou-se com alguma coisa e ao cuspi-la... viu o seu anel! Ao olhar para a mão viu que... afinal o anel estava lá! Então? «Onde está o Iker? O que lhe aconteceu?». Não teve tempo para perguntar mais nada. Um passageiro lançou-lhe um sorriso perverso e tapou-lhe a boca com um lenço num líquido tóxico...

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quinta-feira, junho 28, 2007

Duplo Assassinato...


A aula estava a ser tão chata que ele adormeceu... Teria sido melhor ter aguentado a stora, porque estava a ter um pesadelo! O Paulo sonhou que alguém estava a matar os seus pais...Esse «alguém» chegava a sua casa, pegava num guarda-chuva com uma ponta afiada e espetava-o neles... Mas não conseguiu ver-lhe a cara. A campainha da escola acordou-o de repente! Ainda bem... Quando ele chegou a casa, o Paulo contou o sonho aos pais. No dia seguinte, quando voltou à escola, o Paulo viu o avô sentado na varanda da sua casa, como sempre... Começou a chover e ele perguntou-lhe: «Viste o meu guarda-chuva? Não o encontro». Como? O Paulo sentiu uma dor no coração, entrou em casa, subiu as escadas e ali estavam os seus pais: deitados no chão, encharcados em sangue e com o guarda-chuva do seu avô ao pé deles... Tinha sido o avô que os tinha assassinado! Mas não se lembrava de nada. O avô estava doente.

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segunda-feira, maio 28, 2007

Paixão de morte


Tinha amanhecido e estava sol! E era essa a condição para a ida ao jardim zoológico. Há semanas que na escola andava a adiar aquela saída, devido ao mau tempo, e a Sónia já se estava a passar... A excursão parecia amaldiçoada, e logo aquela, não podia ter sido assim com as outras visitas de estudo?! É que o zoo era como um paraíso para ela, que sonhava ser veterinária. Mas ao que parece ia finalmente ser naquele dia. Ai, estava tão contente!!! Quando chegaram lá, entraram logo no teleférico para poderem observar os animais de cima... Que divertido, estar ali, com as melhores amigas! E o teleférico dá uma super adrenalina, nunca tinha andado e estava a adorar... Mas a Sónia deixou de achar piada quando a «cestinha» parou, em cima da jaula dos animais, não podia de deixar de ter medo. Talvez fosse também por nunca ter andado de teleférico... de certeza que nuns minutinhos tudo estaria resolvido. Mas não! E o pior foi quando algo por cima delas começou a fazer barulho e... a ceder! Que horror!!! Iam cair... Era o fim. E a Sónia conhecia suficientemente os animais para saber que os leões não as iam deixar escapar com vida...

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sábado, maio 19, 2007

Quero sair daqui!!!

Naquele dia, a Sofia decidiu tomar um duche relaxante com uma musiquinha de fundo... A água percorria lentamente o seu corpo, a melodia suave envolvia toda a casa-de-banho, a Sofia estava calma e não pensava em nada... mas um barulho acordou-a! Tentou abir a porta do duche, mas estava trancada. Voltou a tentar com mais força e não conseguia abrir. Começou a assustar-se, a água estava muito quente, tinha de sair do duche. Custava-lhe respirar e gritou o nome do irmão cem vezes ou mais, mas ele não conseguia ouvi-la... A música impedia-o! Então, viu faíscas por todo o chão e algo terrível: o rádio que estava no chão estava agora cheio de água! A Sofia ia-se electrocutar em breves segundos. Quem o tinha posto ali? «Vou morrer», pensou. E gritou, chorou, soluçou... «Nãããão!». Então acordou... Tinha sido um pesadelo! Estava transpirada e quente e decidiu tomar duche para se refrescar. Então, nesse momento viu a cena mais arrepiante da sua vida: a mãe dela estava no duche e o seu irmão tinha acabado de pôr o rádio no chão da casa-de-banho. «Mamã, nãããão!!!, gritou. Demasiado tarde...

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sexta-feira, maio 11, 2007

Esfomeados...


A mãe da Rebeca tinha acabado de dizer-lhe que fosse buscar a Sofia, a irmã mais nova, para jantar. Viviam numa povoação pequena, e portanto a Rebeca encontrou rapidamente a irmã. A Sofia estava a jogar à escondidas com os seus amigos. Deixou-a jogar mais um jogo e entretanto foi comprar umas gomas. Passou meia hora e a irmã nunca mais voltava do cemitério, o seu esconderijo favorito. Entrou e chamou-a, mas ninguém respondia. Começava a escurecer e a Rebeca sentia medo. «Sofia, Sofia!», gritava ela. Mas ninguém respondia. A Rebeca sentou-se para pensar onde podia estar a sua irmã e de repente, uma mão saiu debaixo da terra! E tinha a corrente de turquesas da sua irmã! A Rebeca não conseguiu nem fugir a correr... Estava cheia de medo! A Sofia estava cheia de sangue e os seus olhos tinham mudado de cor. Atirou-se para cima da irmã, mas Rebeca começou a correr sem parar. Deu-lhe tempo para observar que os mortos estavam a levantar-se das suas campas e que quem os comandava era a sua irmã! O que é que ela estava a fazer? A Sofia tinha envocado os mortos e tinha-se transformado numa «zombie»! Tentou escapar, mas os «zombies» impediram-na. Tinham muita fome para a deixar fugir... Rodearam-na e começaram o seu festim de sangue. A seguir, foram para casa da Sofia, onde a mãe estava à espera dela para jantar, sem saber que ela seria o seu jantar...

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segunda-feira, abril 30, 2007

«Recolha o seu bilhete»


Sempre a correr, a Ema e a Vanessa chegaram mesmo em cima da hora à estação e ainda tinham de comprar o bilhete. Destino: a praia. Foram até às máquinas automáticas, mas não conseguiram encontrar o seu destino. «Não pode ser, tenta outra vez!». Depois de percorrerem mais três vezes as listas com todos os destinos, acabaram por encontrá-lo! «Carrega, depressa!». Estavam prestes a perder o comboio e os nervos estavam a aumentar. A máquina fazia coisas muito estranhas, não obedecia! «Não me deixa marcar dois bilhetes!» «Bem, então compramos um de cada vez, despacha-te!». Por fim, a Ema conseguiu comprar o seu bilhete... Agora só faltava o da Vanessa. Pela segunda vez, a rapariga procurava o seu destino. «Mas isto diz D.E.P. em todo o lado! O que é D.E.P? Onde está o nosso destino?». Mesmo no último momento, Vanessa encontrou-o e comprou o bilhete. Só faltava recolhê-lo e saíam a correr para o comboio. Mas... não podia ser! O que seria aquilo? Uma brincadeira de mau gosto? A Vanessa recolhia o seu bilhete horrorizada pois estava manchado de sangue e dizia: «Menina Vanessa Garcia, Descanse Em Paz. Nunca mais voltaremos a vê-la.» Pouco depois, a Vanessa morreu de causa desconhecida...

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quinta-feira, abril 05, 2007

Que rico gelado de morango!


No Verão passado, a Eva conseguiu finalmente ir de férias. Tinha passado a tudo e os pais deixara-na ir com os amigos. Num passeio à beira-mar, onde passava as tardes com os amigos, havia uma grande máquina de venda automática de gelados, mas tinha sempre uma fila enorme e a Eva e os amigos nunca tinham vontade de esperar. Uma tarde encontraram-na vazia: «Que sorte! Vamos lá depressa antes que apareça alguém primeiro!», pensou Eva, e saiu disparada em direcção à máquina, enquanto os amigos a observarem divertidos. A Eva inseriu os euros na máquina, o cone de baunilha desceu para a saída dos sabores e o gelado começou a cair... «Que porcaria, esta máquina deve estar avariada!». A Eva tinha pedido um gelado de nata, mas a máquina estava a tirar uma mistura viscosa avermelhada. Chateada, tirou o seu gelado. «Dois euros para o lixo!» e quando ia a provar... ahhhhh! Um olho gelatinoso espreitava por um lado! «Mas o que é isto?» A Eva atirou o gelado fora e, toda arrepiada, foi a correr buscar um refrigerante para esquecer o susto e poder beber qualquer coisa calmamente. Encontrou a máquina de refrigerantes, inseriu as moedas, ainda meio desconfiada pois poderia voltar a perder o dinheiro, e ouviu a lata a cair. Como não via o refrigerante, aproximou-se da ranhura e pôs lá a mão até ao fundo, cada vez mais chateada e sem pensar no que fazia por um único segundo. Sem ter tempo de reagir, alguém ou alguma coisa que estava dentro da máquina a agarrou lhe deu um puxão tão forte que ela foi completamente «engolida» pela máquina. A Eva desapareceu e o pior é que os amigos tinham visto tudo.

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quarta-feira, abril 04, 2007

Uma aldeia perdida


Acontecia sempre o mesmo, chegava sempre atrasada! Por isso nem pensou duas vezes antes de seguir por um atalho e se enfiar na floresta com o seu jipe. Tinha um casamento noutra cidadd e não podia perder tempo. O jipe foi atravessando por entre arbustos e silvas até que, de repente, parou. Laura percebeu imediatamente que tinha ficado atolada num lamaçal. A sua única hipótesse seria caminhar até à estrada principal... Foi então que encontrou uma pequena aldeia muito estranha. Nem queria acreditar quando percebeu que se tratava nada mais, nada menos do que de uma civilização perdida na floresta! Uau... Viviam como há trezentos anos atrás: não tinham electricidade, deslocavam-se em carros puxados por animais e usavam roupas antigas. Incrivel, mas real! No entanto, o que mais lhe chamou à antenção foi o facto de só haver homens naquele local. Que estranho! A Laura hesitou bastante antes de lhes pedir ajuda mas o que mais podia fazer? Não tinha outra opção... A aldeia acolheu- muito bem, deram uma festa em honra dela e conversaram horas. A Laura queria perguntar-lhes pelas mulheres, mas decidiu não se intrometer.Agradeceu-lhes toda a sua atenção e disse-lhes que tinha chegado a hora de sair dali... Mas os estranhos habitantes tinham outros planos para ela. No casamento todos se perguntavam porque é que a madrinha não aparecia, mas já era demasiado tarde. Aquela aldeia continuava sem mulheres...

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sábado, março 17, 2007

Uns olhos na escuridão


Os pais tinham-na deixado sozinha em casa pela primeira vez e a Sílvia queria mostrar-lhes que era responsável. Passou o dia inteiro a limpar, passou um monte de roupa a ferro e só lhe faltava ir fazer compras. Ligou à amiga Ana, porque imaginava que sozinha não conseguiria trazer os sacos, principalmente porque na altura chovia sem parar. Ao saírem do supermercado, super carregadas com os sacos, a Sílvia tropeçou e perdeu as chaves. «Cuidado, a água está a arrastá-las para o esgoto!», disse a amiga, demasiado tarde. A Sílvia, que não queria desiludir os pais, decidiu descer às entranhas do esgoto para as ir buscar. «Vou encontrá-las o mais depressa possível e saio daqui num instante«, dizia para si mesma. Quando finalmente encontrou as chaves, teve uma sensação estranha... como se alguém a observasse. Foi então que viu aqueles olhos vermelhos a brilhar no escuro. Poucos segundos bastaram para habituar os olhos ao escuro e descobrir que o ser que olhava para ela era um caimão. Sílvia começou a correr com toda a energia que lhe restava, mas rapidamente se viu rodeada por um grupo de caimões. A última coisa que sentiu antes de desmaiar foi a mandíbula de um dos caimões na sua perna esquerda... Quando por fim acordou, aliviada, pensando que tudo não passava de um pesadelo. Isto até perceber que estava no hospital e que lhe faltava a perna esquerda. Ainda estava a tentar lembrar-se do que tinha acontecido quando, através do escuro, viu um par de olhos vermelhos que pareceram familiares...

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O túnel do pânico


Há dias chovia torrencialmente, mas isso não impediu que Laura saísse. Tinha um encontro com Raul e não pensava perder essa oportunidade. Entrou no autocarro toda encharcada e a maldizer aquele tempo que a impedia de estar radiante. "Haverá outras oportunidades melhores", pensou. A viagem pareceu-lhe infinita, a chuva atrasava o trânsito e já estavam à séculos naquele túnel. Foi quando olhou pela janela e viu uma impressionante bola de fogo... Um camião cisterna tinha embatido contra a parede! A partir dessa altura, todo piorou: As saídas do túnel desmoronaram-se e a água começou a infiltrar-se. Os passageiros saíram do autocarro dominados pela histeria e procuraram uma saída desesperadamente, mas não tiveram sucesso. O nível de água começou a subir rapidamente,mas a Laura recusava perder as esperanças. "Não tarda nada vêm nos tirar daqui, não demora nada", repetia para si mesma. O pânico não a deixava aperceber-se de que tinha o corpo completamente coberto de água e sá a cabeça permanecia de fora. Foi então que o oxigénio começou a escassear e tornou-se mais díficil respirar, eram demasiadas pessoas para um espaço tão pequeno. Se ninguém os tirasse dali depressa não haveria oxigénio possível para todos. De repente, sentiu que uma mão lhe empurrava a cabeça para debaixo de água...

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