sábado, maio 10, 2008

Brincadeira do compasso não é brincadeira


Um dia, na minha escola, quando eu estava tendo aula vaga, eu e meus amigos resolvemos fazer a brincadeira do compasso. Aí foi chegando mais gente, e continuamos, até que uma menina perguntou quando que ela iria morrer. Aí o compasso girou, e caiu no SIM. Depois, ela perguntou quando? O compasso girou e caiu no 25. Véspera do aniversário dela. E nesse dia tinha um passeio da escola ao teatro. Na volta do teatro, ela passou mal no ônibus, ela não conseguia nem respirar. Quando o ônibus chegou na escola, a ambulância já estava lá, e ela foi pra UTI. Ela não morreu. Mas mesmo assim, eu nunca mais brinquei.


Filipe Gonzales

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Espírito da Mulher Na Lousa


Foi numa sexta feira, eu estava na escola na aula de artes, fazendo um trabalho em grupo. Depois que terminamos o trabalho, resolvemos eu e meus amigos brincar da brincadeira do compasso, enquanto não terminava a aula. Então a minha amiga fez os círculos às letras a palavra sim e não e o pentagrama no círculo e começou: Tem alguém aí? E o compasso virou na palavra SIM, e ela perguntou de novo, Você é bom ou mal? E o compasso não se mexeu, e enquanto a gente perguntava, o resto da sala vinha ver a nossa brincadeira e a professora nem ligava, até que vieram uns moleques trouxas e perguntaram: Você é virgem? E o compasso foi para a palavra NÃO e todos começaram a fazer perguntas, até que bateu o sinal e a professora pediu os trabalhos. A minha amiga foi parar de brincar e guardar o compasso, o braço dela não se mexia, e ela começou a ficar assustada e a chorar, eu pensei que era brincadeira. Mas o braço dela estava duro de verdade, ela começou a gritar e alguns moleques zueiros da sala começaram a xingar ela de louca, fubanga, escandalosa, de tudo que era nome,e foi nessa hora que a professora de matemática entrou e começou a se sentir mal, falando que a atmosfera da sala estava pesada, e ela caiu no chão e disse que havia um espírito de uma mulher em frente á lousa. Ela começou a sufocar, parecia que alguém estava enforcando ela, ela segurava um colar no pescoço porque ela era espírita. E então ficou aquela bagunça na sala,e algumas meninas ficaram com medos e saíram da sala junto com o resto das pessoas eu fiquei com muito medo e então chamaram o professor de biologia que também era espírita para despachar o espírito da sala. Foi a maior bagunça na sala e nós que estávamos brincando levamos suspensão de três dias.


William

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quinta-feira, agosto 24, 2006

Terror nas aulas

Já pensaste em tudo o que te pode acontecer nos corredores da escola? Dá uma vista de olhos a estas histórias e, pelo sim, pelo não, não olhes para trás!!!
Muito bem, vou postar aqui algumas lendas e relatos que aconteceram em escolas. Resolvi fazer isto, porque a escola está quase a começar. É uma espécie de homenagem à escola.
Se quiserem mandar lendas e relatos das vossas escolas, mandem-nas para o meu e-mail: anac13@sapo.pt e não se esqueçam de comentar!!

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O teste surpresa


Todas as manhãs, o pai do Lucas e do Filipe levava os filhos à escola, porque viviam numa aldeia com poucas acessiblidades.
Faltava uma semana para um exame, mas eles não estudaram. No dia do exame, decidiram telefonar ao prof com a desculpa que o pai tinha furado um pneu. O prof disse que não tinha importância, pois marcava o exame para outro dia. Os gémeos fartaram-se de marrar e foram para o exame.
O prof passou-lhes a folha de exame na qual havia apenas duas perguntas: «Qual foi a roda que furaram e quem a mudou?».
Os gémeos ficaram assustadíssimos. Já sabem, cuidadinho com as mentiras!


Fonte: Revista Super Pop

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A secretária maldita


A Sofia começou as aulas numa nova escola. No primeiro dia sentou-se na única carteira que estava livre. Era estranho que ninguém a ocupasse, porque era na última fila. Estava a colocar as coisas na mesa quando viu que esta tinha algo gravado:
«A escola vai arder e tu deves salvar-te».
Passou-se! No dia a seguir, havia outra frase: «Amanhã, não venhas às aulas. Se o fizeres, morres». No dia a seguir, Sofia foi às aulas. Que ia dizer à mãe para não ir? Nesse dia a escola ardeu. Toda a gente morreu e a única coisa que não ardeu foi a secretária de Sofia.

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O homem da maleta


A Laura era uma estudante que gostava de contar histórias de terror às amigas nos intervalos. Estas morriam de medo e a Laura divertia-se bué. Até que um dia, uma delas disse:
«Quando voltares para casa, um senhor vestido de preto, com uma pasta e um bigode vai seguir-te para te matar». Depois das aulas, a Laura tinha de voltar a pé para casa. Foi o caminho todo a pensar no que a amiga lhe tinha dito. Chegou a casa, mas o elevador estava avariado e ela vivia no oitavo andar! Quando chegou ao sétimo, pensou que já não havia perigo, mas afinal estava muito enganada! O homem da pasta estava parado à espera na porta da casa dela! Assim que a viu, o homem disse-lhe que nunca mais devia assustar as amigas e desapareceu. Depois disto a Laura enlouqueceu e nunca mais voltou à escola. Quanto às amigas... estas, ficaram ainda mais aterrorizadas.

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Nove Vezes Verónica


Há 30 anos, Verónica, uma rapariga de 14 anos, fez uma sessão de espiritismo com os amigos. Fez troça do Além até que os espíritos se enfureceram e lhe atiraram com uma cadeira à cabeça, matando-a naquele mesmo instante. Depois disto, o seu espírito ficou condenado para sempre. No ano passado, no primeiro dia de aulas, a Ana, uma rapariga de Cascais, foi desafiada pelos colegas a dizer Verónica nove vezes em frente ao espelho de uma das casas de banho da escola. Ela entrou no jogo dos colegas e fez o que lhe disseram, mas nada aconteceu e ficaram todos tranquilos. No dia seguinte, quando voltou à mesma casa de banho onde tinha invocado Verónica, sentiu um arrepio na nuca. Voltou-se, mas não estava lá ninguém. Quando voltou a olhar para o espelho, viu algo escrito com sangue: «Sou a Verónica. Não me devias ter chamado». Matou-a e a escola ficou amaldiçoada para sempre.

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quarta-feira, junho 14, 2006

Lendas urbanas sobre a escola Base

Vocês se lembram do caso da Escola Base ,ocorrido em 1994 , em que algumas crianças inventaram histórias estranhas sobre os professores ? Naquela época , os donos da escola foram acusados de pedofilia . Mas , depois a justiça provou a inocência deles . Toda esta confusão aconteceu porque a mídia deu crédito excessivo às denúncias de algumas mães de alunos da escola, e a imprensa assumiu a queixa como se fosse fato provado. Vocês se lembram , que na época , um menino falou que conversou com uma nuvem e a sua mãe pensou que esta visão era um efeito de drogas ? Naquele tempo , alguns vizinhos desta escola , afirmaram existir uma explicação sobrenatural para esta visão , mas os investigadores ignoraram as histórias deles . Na época , estes vizinhos afirmaram que aquela casa tinha algo de sobrenatural , pois de noite , sem haver ninguém lá dentro , eles , às vezes , escutavam uns ruídos esquisitos e viam coisas estranhas , como luzes que se apagavam . Também , naquela época , uma funcionária falou para uma vizinha desta escola que , uma vez , quando estava limpando uma sala de aula , viu uma nuvem estranha em sua frente . A mesma funcionária afirmou ter visto um menino falando com uma luz , que quando notou a sua presença desapareceu . Esta moça chegou a dar entrevistas para alguns programas de televisão na época , mas estas suas palavras , com relação aos fatos sobrenaturais , foram ignoradas pela investigação . E você leitor , qual é a sua opinião ? Será que , realmente , houve algo de sobrenatural no caso da Escola Base ?

Luciana do Rocio Mallon .

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A escola abandonada

No centro de Curitiba , quase do lado do teatro Guaíra , existia o antigo Colégio Santa Maria , que foi desativado no final dos anos 80 . O problema é que após o seu abandono , alguns mendigos foram morar nele . Porém , estes moradores de rua , afirmaram ver coisas sobrenaturais neste prédio . Um destes moradores foi o mendigo Zé , já falecido .Ele nos relatou coisas muito estranhas em uma entrevista , feita quando ele ainda estava vivo . Eis o trecho , com as palavras de Zé :“ – Uma vez eu estava cochilando numa sala de aula abandonada , quando a imagem , meio borrada , de uma professora apareceu e disse :- Vamos Zé , estou aqui para ensina – lo . Após isto , ela passou algumas contas no quadro e eu perguntei :- Quem é a senhora ?- Onde a senhora mora ?Assim , ela me respondeu :- Sou a professora Isabel e meu corpo reside no Cemitério Municipal . Mas , a minha alma sai por aí , para ensinar pessoas menos favorecidas . “Também , conversamos , com outro mendigo , ex – morador desta escola abandonada . O nome dele é Pedro . Vamos ler o que ele nos falou : “ – Quando eu dormia no prédio abandonado , do Colégio Santa Maria , sempre via coisas muito estranhas . Eu sempre via turma de alunos uniformizados em vários atos : correndo pelos corredores , em filas , chorando e estudando dentro de algumas salas . Eu , também , sempre escutava vozes , com os seguintes dizeres :- Acho que tirei zero na prova .- Ainda bem que a professora não me pegou colando .- Eu queria ser inteligente . “Bem , o mais interessante é que no começo do ano 2000 , uma pequena parte deste colégio abandonado , foi comprado por um hotel . Uma amiga , que ficou hospedada neste hotel , disse que , também , viu coisas sobrenaturais nele . No mesmo dia em que ela ficou hospedada , esta moça teve o seguinte sonho : Ela sonhou que um grupo de crianças , com uniformes nas cores azul e amarelo , chegou para ela e disse :- Queremos nossa escola de volta !- Transformaram um pedacinho da nossa escola em hotel , isto não está certo !Após escutar isto , ela acordou . E você , leitor , conhece alguma história semelhante ?

Luciana do Rocio Mallon .

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A professora rude (lenda do Japão)

Por mais que os estudantes da escola estudassem, eles não conseguiam agradar a Professora, no dia da prova somente uma menina conseguiu acertar todas as questões. A Professora duvidando de sua inteligencia a culpou de "Colar", embora a menina negasse colar a professora muito rude lhe deu uma advertencia de 3 dias, sendo que quando voltasse iria fazer novamente outra prova (desta vez com a professora do lado).Passado os 3 dias, a menina voltou, sentou no mesmo lugar de sempre e começou a fazer a prova. Acabado a prova a menina se retirou e a professora começou a tentar achar erros na prova ... nada ... a menina acertou tudo.Havia uma observação no final da prova "EU NUNCA COLEI". A professora pegou o keitai (Celular), e ligou na casa dos pais da menina, para pedir desculpas (Se sentiu culpada, por ter sido tão rude). Quem atende é um parente da menina que lhe informa que a menina havia se suicidado a 3 dias.Ouvi a mesma lenda, só que com 2 finais.
Final 1: A professora fica louca e é internada.
Final 2: A professora se mata na mesma sala de aula.

Lenda de Rafael Felipe Futema

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O banheiro da escola



obs:esses nomes que foram citados foram inventados!Dizem na minha antiga escola que há uns dez anos, um grupo de marginais invadiu a escola, e perseguiram uma menina chamada Carla. Naquele dia o banheiro estava interditado e Carla se escondeu lá, um dos marginais chamado Marcelo a achou e estrupou a menina, logo depois a prendeu na parede através de facas, ninguém ouviu a menina gritar.Até hoje naquele mesmo banheiro interditado as pessoas que entram lá escutam e vêem a menina sendo estuprada e esfaqueada.


Lenda de Maria Lose de Godoy

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Os esqueletos do laboratório de Ciências


Daniele estudava em uma escola particular bem estruturada , que até laboratório de Ciências tinha . Porém , o que mais chamava a atenção da menina eram os esqueletos daquele laboratório . No primeiro dia que esta garota viu os esqueletos , teve um horrível pesadelo com eles : ela sonhou que um destes esqueletos era de uma mulher jovem , loira e alta . No dia seguinte , ela perguntou ao seu professor de Ciências , Murilo , se os esqueletos eram de pessoas de verdade . Então , ele disse que não . Uma semana depois , uma construtora comprou a casa de Murilo e deu um prazo de quinze dias para ele desocupar o local . Assim , ele pegou uma pá e desenterrou um esqueleto do seu quintal e disse :- Matilde , preciso levar seus ossos para onde eu for . Depois disto , cuidadosamente , o professor limpou , montou o esqueleto e o levou , discretamente , para o laboratório de Ciências . Desta forma , ele desmontou o esqueleto feminino que havia no local e no lugar dele colocou este outro misterioso esqueleto . Um dia depois , a turma de Daniele teve aula naquele laboratório . A garota não parava de olhar fixamente para aquele estranho esqueleto e teve a impressão de que ele queria lhe dizer alguma coisa . Naquela mesma noite a garota teve um pesadelo : ela sonhou com o seu professor dez anos mais jovem . Ele estava discutindo com uma moça muito bonita , que era a mesma mulher do sonho anterior . De repente , Murilo esfaqueou a moça e enterrou a pobre no quintal . Logo depois , Daniele se viu no laboratório e o esqueleto disse :- Sou Matilde e Murilo me matou . Após isto , Daniele acordou toda suada e teve uma idéia para comprovar se tudo aquilo era verdade , ela escreveu a seguinte carta :Querido Murilo Hoje vivo como esqueleto de laboratório , que fim nojento você me deu !Você me trouxe para esta escola e de alguma forma minha alma se libertou . Abraços , Matilde . No dia seguinte , na escola , quando chegou a vez da aula de Ciências , Daniele colocou a carta na pasta do professor sem que ninguém visse . Murilo , ao chegar em casa , ao arrumar os papéis leu a carta e se assustou . Naquela noite , Daniele preparou seu material para o seu trabalho de Estudo Sociais em que a sua equipe se comprometeu de trazer uma filmadora para entrevistar os colegas , a parte de trazer a filmadora ficou para Daniele . No dia seguinte , Murilo chegou mais cedo , entrou no laboratório e encarou o esqueleto de sua ex – mulher . Naquele mesmo instante , Daniele estava passando com a sua filmadora em frente a janela do laboratório e decidiu filmar aquela atitude do professor . De repente , Murilo começou a conversar com o esqueleto :- Matilde , hoje estou arrependido do que fiz com você .- A sua traição me fez mata – la . - Mas , foi só quando coloquei você dentro deste laboratório é que notei a intensidade deste meu amor eterno . Após isto , Murilo abraçou o esqueleto , começou a chorar e nem notou que estava sendo filmado . Daniele com a gravidade do fato , decidiu mandar a fita para a polícia . Os investigadores analisaram o fatos , conseguiram provas e prenderam o professor . Leitor , no laboratório da sua escola , também , existem esqueletos ?

Luciana do Rocio Mallon .

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Magia no vestibular


Em 1993 , para passar no vestibular fiz de tudo : promessa para santos , estudar várias horas por dia e até procurar uma mãe - de - santo . A mãe de santo disse que eu precisaria fazer uma simpatia com um sapo que tinha que ser feita nas provas do vestibular . Mas , o feitiço deveria ser este : o sapo precisaria estar dentro da minha bolsa nos três dias do vestibular , dentro da boca dele deveriam estar os nomes das matérias que eu iria fazer a prova do dia num papel lambuzado com o mel .Então , no primeiro dia , levei o sapo na sacola fechada e coloquei no chão . Porém na metade da prova o sapo começo a coaxar . A fiscal perguntou o que eu tinha dentro da bolsa e eu inventei a desculpa que era um brinquedo à pilha que eu comprei para minha prima e que estava com defeito . Então , a fiscal pediu para que eu abrisse a bolsa e entregasse o brinquedo . Assim , falei que o objeto barulhento seria um presente de aniversário e traria azar se alguém tocasse o objeto . Depois, que disse isto o sapo ficou quieto . No dia seguinte , teve prova outra vez e novamente eu trouxe o sapo dentro da sacola , mas eu amarrei sua boca com esparadrapo . Porém , vinte minutos para acabar a prova , o sapo começou a coaxar e a mesma fiscal pediu para que eu desse o objeto para ela ou colocasse a bolsa perto da sua mesa . Então coloquei a bolsa na parte do chão , perto da mesa dela , que ficava próximo a porta . Mas , a sacola começou a se mover cada vez mais em direção ao corredor e as pessoas que perceberam começaram a rir . No dia seguinte , o último dia de prova , levei novamente o sapo dentro da sacola . Mas , no final do vestibular , não como o bicho escapou e começou a pular na sala de aula . Ainda bem que , naquele instante final , só tinham três pessoas no recinto . Então , a mesma fiscal olhou para o sapo e para mim , então percebendo tudo ela começou a gargalhar . Esta foi a loucura que fiz para passar no vestibular .

Lenda de Luciana do Rocio Mallon

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O banheiro do subsolo



Oi, essa história(ou melhor lenda...Chamem como vocês quiserem.) Aconteceu comigo e mais dois amigos, não irei mencionar nomes verdadeiros, todos no colégio São Carlos (onde eu estudo)contavam histórias sobre o banheiro do subsolo, por exemplo essa que eu irei contar: eu acho que eu estava na segunda série, todo mundo vivia falando que havia um fantasma no banheiro do subsolo, então idiota como eu sou, eu e mais 2 amigos (que na historia se chamaram: André e Claudio) fomos no dito cujo banheiro,ao chegar lá estavamos todos cheios de marra, dizendo:Bah,fantasma é o car****,vamos provar que aqui não tem nada! Mas quando a gente entrou no banheiro as luzes começaram a piscar. Jà estávamos cagados com aquilo,quando nós 3 vimos uma coisa meio cinza, parecia uma mulher meio deformada. Vimos o fantasma e saimos correndo, era recreio ainda, e eu lembro que a gente espalhou para todo mundo sobre o fantasma, claro que nem todos acreditaram. Depois disso, nós meio que evitamos voltar no banheiro de novo. Até hoje contamos essa história para as pessoas. Espero que tenham gostado da história! xau.....

Lenda de PC

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Lenda do Bloco E CEFET-PR (actual UTFPR)

Há um facto muito curioso no antigo Centro Federal de Educação Tecnológica do Paraná (CEFET-PR, hoje chamada de Universidade Tecnológica Federal do Paraná - UTFPR). O caso realístico para uns pode se tornar um boato para outros. Mas todas as pessoas que freqüentam a universidade já ouviram a história em que o Bloco E foi um antigo cemitério. Lá habitava os corpos de mortos, sendo levados por enfermeiros, subindo rampas para então serem guardados em grandes armários. Hoje, essas rampas ainda existem. Agora, o que eram salas para o armazenamento dos mortos hoje são salas de aula para alunos de Engenharia, tecnologia e ensino-médio. À noite, há pessoas que afirmam ter visto fantasmas rondando os corredores do bloco E. E aqui começa a história que aconteceu com a professora de um amigo meu. Meu amigo chamarei de Thiago e a professora de Cristina.Cristina é uma professora do departamento de matemática. Conforme o que Thiago afirmava, Cristina costumava corrigir as provas de noite, porque o bloco E sempre fica vazio a partir das 23horas, principalmente no último pavimento (porque o bloco E apresenta 3 pavimentos). Como todos sabem, quando a UTFPR fica vazia, costuma-se apagar todas as luzes das salas de aula, ficando uma escuridão total, restando somente a luz do corredor. Certo dia, Cristina estava corrigindo as provas, após todos os alunos irem embora. Como estava sozinha no bloco E, ela estava tranqüila, com sua caneta vermelha. De repente, ela viu um vulto no corredor mal iluminado. A professora deu um pulo e ficou pálida. Passado um minuto de susto, ela sentiu uma mão fria encostando seus ombros. Cristina deu um grito e saiu correndo pela rampa da universidade. A partir daquele dia, ela nunca mais fica sozinha no bloco E. Agora, ela costuma corrigir as provas no departamento de matemática, e é uma das primeiras a sair da UTFPR.Eu acredito no meu amigo Thiago, mas se é muito assustador um fantasma colocar uma mão gelada no ombro, com certeza é!

Lenda de Rafael de Almeida Teixeira

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Diversas loiras do banheiro


Esses textos foram retirados do site: e-farsas.com. Lendas de várias regiões do Brasil, contando as Lendas da Loira do Banheiro. Vejamos abaixo:Versão de Aracaju - SE - enviada por Rod Luma Perrete LemeuUma garota loira ia se casar. No dia do casamento, ela pega o noivo dela com a melhor amiga dela na cama. Ela fica furiosa. Ela vai pra igreja, sobe na torre e pula lá de cima. Enquanto ela vai caindo, o vestido de noiva dela de branco vai ficando preto. Depois que ela se matou, o espírito dela matou o noivo dela e a amiga dela.Pra você fazer ela aparecer, você tem que entrar em um banheiro, bater palma 3 vezes, fala 3 palavrões e dá descarga 3 vezes que ela aparece. Dizem que é mais comum ela te arranhar toda. Ela tem mais raiva se a pessoa for infiel. Uma amiga minha jura que uma amiga dela fez isso e funcionou. Ficou toda arranhada, tadinha.--------------------------------------------------------------------------------Outra Versão: A história da Catarina - Rio de Janeiro - RJ - enviada por Rod Luma Perrete LemeuEssa história era contada pelos alunos da Escola Municipal José Veríssimo (eu estudei lá), no Rio de Janeiro - RJ. A história diz que antes de eu entrar pra aquele colégio (eu entrei no ano de 1999), no banheiro feminino, tinha um espelho bem grande. Contam que se você chegasse na frente do espelho e chamasse o nome dela 3 vezes (Catarina) ela saía do espelho e pedia pra você escolher faca ou maçã. Se você escolhesse faca, ela te matava; se você escolhesse maçã, ela te levava pra dentro do espelho e você só podia sair depois de fazer um tipo de prova. As garotas lá me contaram que a filha da diretora desapareceu um dia e todo mundo tava procurando por ela. Foram achar ela depois de um tempo dentro do banheiro sentada num canto com cara de assustada e com o cabelo todo bagunçado. Detalhe: eles já tinham procurado lá antes. Quando perguntaram pra ela o que aconteceu, ela não respondeu nada e nunca falou sobre isso. Dizem que a Catarina levou ela pra dentro do espelho e ela só pode sair depois de cumprir a prova.--------------------------------------------------------------------------------Versão de Curitiba-PREsta é uma história que começou em 1997, na escola estadual Leonor Castelano.Todos dizem que no último banheiro feminino tem uma mulher cheia de facas na cabeça e com uma no peito.Se você entrar e trancar a porta, bater 3 vezes na porta, der 3 chutes no vaso e apertar a descarga, a água ira borbulhar, sairá uma fumaça e ela aparecerá.Mas se você tentar fugir sua cabeça será arrancada e se ficar você morrerá.--------------------------------------------------------------------------------Versão de São Paulo - enviada por Luciene Araujo de LimaNa escola onde estudei, Prof. Adolpho Pluskat em São Miguel Pta., diziam que, muitos anos antes de construírem a escola, alí havia um casarão que foi herdado pela única filha de um casal que morreu em um acidente. A jovem loira depois desse acidente ficou completamente louca e nunca mais saiu de casa. (Isso talvez explique porque ela nunca arrumou casamento e vivia isolada e sem amigos!) Passou-se vários anos e o Governo ofereceu uma quantia pra Loira sair da casa, pois ali seria construído uma escola. Ela aceitou a indenização, mas não saiu. Os tratores e as máquinas derrubaram a casa e, sem saber, tiraram a vida da moça. Dizem que no local onde ficava o quarto onde ela se escondeu e morreu foi construído o banheiro das meninas. Por isso ela ficava aterrorizando todas as moças que alí entravam. Eu, particularmente, nunca ví! Mas a prima da amiga da vizinha da minha amiga já viu a tal Loira! --------------------------------------------------------------------------------Outra Versão de São Paulo - SPEsta lenda urbana é muito famosa entre os alunos de escolas da rede pública na cidade de São Paulo.Diz a lenda que uma garota muito bonita de cabelos loiros com aproximadamente 15 anos, sempre planejava maneiras de matar aula. Uma delas era ficar no banheiro da escola esperando o tempo passar. No entanto um dia, um acidente terrível aconteceu. A loira escorregou no piso molhado do banheiro e bateu sua cabeça no chão. Ficou em coma e pouco tempo depois veio a falecer.No fim de tudo isso, a menina não se conformou com seu fim trágico e prematuro, sua alma não quis descansar em paz e passou a assombrar os banheiros das escolas. Muitos alunos juram ter visto a famosa loira do banheiro, pálida e com algodão no nariz para evitar que o sangue escorra. EU MESMO JÁ VI DUAS VEZES!!!!


Lenda de Saulo César

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domingo, junho 04, 2006

Lendas Urbanas

"O Tabuleiro da Verdade"


Naquela noite, a Paula e os seus amigos entraram num colégio abandonado para jogar ao tabuleiro da verdade. Queriam chamar espíritos! Quando entraram, alguém começou a chamá-los e a dizer que marcaria as suas vidas para sempre. «Qual é o teu nome?», perguntou o Teodoro em voz alta.
«Alma», respondeu alguém do além. «Queres falar connosco?», continuou o Teodoro.
«Sim, mas aqui não, na sala H». E desapareceu! Olharam uns para os outros com caras assustadas, mas foram ver onde ficava a sala. Era na cave. «Alma, estás aí?», perguntaram. «Sim, estou aqui», respondeu. «Porque é que nos trouxeste para aqui?», perguntou a Paula. «Para me vingar». Os rapazes assustaram-se, atiraram ao ar o tabuleiro e tentaram fugir, mas a porta estava fechada. De repente, sentiram um arrepio e naquele instante viram uma mulher queimada. Parecia um diabo... Ela atirou-se para cima da Paula! Agarrou-a e disse: «Mata um dos teus amigos, só assim descansarei em paz». A Paula gritou que nunca faria isso... e a mulher atirou-a contra a parede. Estava zangada e acabou por atacar toda a gente... No dia seguinte o contínuo da escola encontrou o grupo todo banhado em sangue. Ainda estavam vivos. Já recuperados, descobriram que aquela mulher tinha morrido num incêndio, porque ninguém tinha ido até à cave para a salvar...
Naquela noite, a Paula e os seus amigos entraram num colégio abandonado para jogar ao tabuleiro da verdade. Queriam chamar espíritos! Quando entraram, alguém começou a chamá-los e a dizer que marcaria as suas vidas para sempre. «Qual é o teu nome?», perguntou o Teodoro em voz alta.
«Alma», respondeu alguém do além. «Queres falar connosco?», continuou o Teodoro.
«Sim, mas aqui não, na sala H». E desapareceu! Olharam uns para os outros com caras assustadas, mas foram ver onde ficava a sala. Era na cave. «Alma, estás aí?», perguntaram. «Sim, estou aqui», respondeu. «Porque é que nos trouxeste para aqui?», perguntou a Paula. «Para me vingar». Os rapazes assustaram-se, atiraram ao ar o tabuleiro e tentaram fugir, mas a porta estava fechada. De repente, sentiram um arrepio e naquele instante viram uma mulher queimada. Parecia um diabo... Ela atirou-se para cima da Paula! Agarrou-a e disse: «Mata um dos teus amigos, só assim descansarei em paz». A Paula gritou que nunca faria isso... e a mulher atirou-a contra a parede. Estava zangada e acabou por atacar toda a gente... No dia seguinte o contínuo da escola encontrou o grupo todo banhado em sangue. Ainda estavam vivos. Já recuperados, descobriram que aquela mulher tinha morrido num incêndio, porque ninguém tinha ido até à cave para a salvar...





Créditos: Revista Super Pop nº 279

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