domingo, maio 10, 2009

Histórias de Fantasmas (Verídicas)

Hoje meu pai esta com 94 anos, e me contou varias histórias que aconteceram na mocidade dele. Aqui vou escrever algumas: um compadre do meu pai chamado GALDINO sempre que ele voltava do trabalho, ele via uma mulher varrendo a frente de uma casa, isso era todos os dias.Um certo dia ele resolveu parar pra conversa com essa mulher, ela sempre de cabeça baixa varrendo, ele desconfiou: por que ela não olha pra mim. Pensou.
De repente a mulher levanta a cabeça, e ele pôde ver a face cadavérica da mulher.

NA CIDADE DE LENÇOIS BH, um homem chegou de viagem e não tinha lugar pra ficar, então bateu na porta de uma casa e o dono veio atender, o homem perguntou: posso ficar aqui por alguns dias? Eu cheguei de viagem e não tenho onde ficar.
O dono da casa concordou e mandou ele entrar.De repente o dono da casa sumiu. Quando o rapaz estava tomando banho, só ouviu a voz do dono da casa gritando: eu jogo!...Eu jogo!..., Quando o rapaz respondeu: pode jogar.
Ele ouviu os barulhos das tabuas caindo, quando ele saiu do banho correndo ele viu um caixão com um corpo seco dentro.Esse rapaz saiu correndo pra rua.E foi informado que naquela casa não morava ninguém e que o dono tinha morrido há 22 anos.

Uma senhora costureira costumava trabalhar até tarde da noite.Um dia ela estava costurando, e chegou um homem pedindo que ela comprasse dele uma cabeça de repolho e insistiu muito.A costureira com dó dele comprou, deu-lhe o dinheiro e pegou o repolho, foi até a cozinha e colocou o repolho dentro da pia. No outro dia quando ela foi ver, o repolho era um crânio.

EM SALVADOR-BH, NO BAIRRO VERMELHO por volta da meia noite as pessoas não saiam de casa, pra não ver o bonde fantasma.Esse fenômeno sobrenatural acontecia sempre no mesmo horário. Era um bonde cheio de fogo, as pessoas que viam do trabalho tarde da noite, corriam pra não ver o bonde passar.Uma vez aconteceu que um passageiro parou esse bonde, pensando que era comum.Ele subiu e quando foi pagar o cobrador era uma caveira, esse homem saiu gritando pela estrada. Esse fato se passou nos anos 40, o fato é que um bonde incendiou no bairro vermelho, não sobrou um passageiro.Então passou a acontecer essa aparição fantasmagórica.Essa história é verdadeira, e foram contadas pelo meu pai, que hoje está com 94 anos de idade e conheceu essas pessoas.

* Lenda enviada por: adelaide de oliveira

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quarta-feira, novembro 21, 2007

Nevoeiro espesso


Uma noite, eu e a minha família regressávamos a casa de carro. De repente, na estrada, apareceu uma espécie de nuvem estranha, densa e preta. A minha mãe disse: “Tenho medo de atravessá-la.” Pouco tempo depois estávamos na minha rua. Só me lembro que dentro dessa nuvem estava um veículo muito estranho, e todos tivemos a sensação de que o caminho foi demasiado curto. O meu pai comprovou que o conta-quilómetros ainda não se tinha mexido! No dia seguinte, todos tínhamos dor de cabeça e marcas muito pequeninas na barriga. Ainda não sabemos o que aconteceu...”

Anónima, LAGOS

Centenas de testemunhos em todo o Mundo relatam a mesma experiência: uma bruma densa, sensações inexplicáveis... Há quem acredite que são raptos extraterrestres, em que seres do espaço transportam as vítimas até às suas naves para fazer experiências.


Texto retirado do site: Olhão.Net


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terça-feira, novembro 06, 2007

Premonição mortal


Era a despedida de solteira da sua amiga Eulália e as raparigas tinham decidido fazer algo diferente, por isso tinham ido ao espectáculo de um hipnotizador super famoso na cidade. A noite estava no seu ponto mais emocionante e o hipnotizador tinha pedido um voluntário entre o público para se submeter à sua hipnose! Como nenhuma das suas amigas se oferecia, a Ana subiu ao palco sem pensar duas vezes. Não era das que fugiam para trás! O hipnotizador sentou-a e pediu-lhe que fechasse os olhos... O que se lembrava depois disso era de abrir os olhos enquanto via as amigas no público com uma expressão de horror nas caras. Quando se dirigiu a elas e lhes perguntou o que passava, a resposta deixou-a gelada! Acontece que, enquanto estava hipnotizada, tinha contado como um carro a atropelava! A Ana esperou até que o espectáculo acabasse para ir falar com o hipnotizador, que lhe contou que provalvelmente aquela tinha sido uma experiência do seu passado que tinha recordado com a hipnose. Mas a Ana nunca tinha sido atropelada! Continuava a dar voltas ao assunto, quando um carro perdeu o controlo e a Ana compreendeu que aquilo que o hipnotizador tinha visto não era o passado, mas sim o futuro!

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quarta-feira, outubro 31, 2007

POR FAVOR LEIAM ANTES DE VER O VÍDEO!!!!!

Estranho mas interessante ...

Esta é uma publicidade a uma marca de automóvel, feita em
Inglaterra.

Quando acabaram de filmar, o realizador reparou que algo se movia à frente do carro, uma espécie de sombra branca etérea.


Souberam entretanto que, exactamente um ano antes, uma pessoa tinha morrido naquele local.

Assim, o filme nunca foi posto no ar devido ao inesperado fenómeno "fantasma".

Repare na frente do carro quando ele sai de trás das árvores, a meio do ecrã e poderá ver a sombra branca que segue o carro ao longo da estrada.


Será um fantasma ou apenas um defeito do filme. Decida por si...

Se estiver com atenção pode ouvir o cameraman a sussurrar (convém por o volume mais alto e desligar a música do blog), já no fim do comercial.

Um bocado arrepiante e ao mesmo tempo interessante.

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sábado, setembro 09, 2006

Paragem Mortal


A Sara e a irmã mais velha, Clara, decidiram ir passar as férias juntas. Iam para um apartamento na praia e queriam conversar sobre as suas coisas e actualizar novidades porque a Clara estudava no estrangeiro e via muito pouco a irmã.
O tempo estava espectacular e á medida que se iam aproximando da costa, o calor começava a apertar. Então, decidiram parar e apanhar um pouco de ar e de Sol na estrada. Sentiam-se como se estivessem a sonhar. Eram livres!
Entretanto, ao longe, a Clara viu um carro parado e todo destruído, como se tivesse acabado de sofrer um acidente. Decidiu aproximar-se e viu algo terrível. O condutor e o acompanhante estavam mortos! Quando começou a correr dali ouviu uns soluços. Perto de uma árvore, viu uma criança de quatro anos a chorar.
- Mataram os meus pais!, disse o menino devastado.
A Clara pegou nele pelo braço e levou-o para o carro. Tinham de ir á polícia! Ela contou tudo á irmã e meteram-se no carro. A criança ia no banco de trás do carro a comer um chocolate que as irmãs lhe tinham dado.
Depois de um tempo, a Clara reparou que a Sara estava muito silenciosa. Então, olhou para ela e viu que estava morta!
Virou-se para trás e viu a criança com uma faca na mão...preparada para matá-la!

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segunda-feira, junho 05, 2006

Encontro com a morte


Foi no Entroncamento, ao fim da tarde chuvosa de 17 de Agosto de 1973 que Luís Carlos Xavier, 46 anos, motorista de táxi, teria o seu primeiro contato com a morte. O seu destino mudou drasticamente quando António Carrascosa entrou no seu táxi. O passageiro informou que necessitava de chegar rapidamente a um velório de um grande companheiro, que falecera no dia anterior. O corpo do seu amigo estava a ser velado na sua própria casa.Ao chegar ao local, Carrascosa pediu a Xavier para aguardar um pouco à entrada da casa, pois, com a pressa, esquecera-se da carteira e não tinha como pagar-lhe. Porém, pediria dinheiro emprestado a alguém na cerimónia fúnebre. Após 30 minutos, ainda não regressara e Xavier ficava impaciente.Resolveu, então, entrar na sombria casa para cobrar ao seu mais recente cliente.Choque trágicoO taxista olhou discretamente para todos os que estavam no velório, mas não conseguiu encontrar o homem que entrara no seu táxi. Assim sendo, resolveu perguntar por ele a um dos presentes. A resposta que ouviu deixou-o gélido. Na verdade, aquele era o velório do próprio António Carrascosa, falecido no dia anterior, vítima de um acidente rodoviário, envolvendo um táxi e uma camioneta. Perplexo, o taxista olhou na direção do caixão e constatou que, de fato, aquele era o corpo do homem que conhecera minutos antes.Assustado e nervoso, Xavier saiu a correr do local e entrou no seu automóvel, arrancando a uma velocidade frenética.Ao fazer inversão de marcha, uma camioneta chocou com o seu veículo que, por força do impacto, capotou várias vezes. O motorista não sobreviveu aos ferimentos e, pela segunda vez, naquela tarde, teve um encontro com a morte, só que, desta vez, para sempre...

Autoria de Miriam Reis, 16 anos (Lisboa)

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A despedida



Raquel e Nádia tinham se conhecido no Bairro Alto. Daí nasceu uma amizade muito especial entre ambas. Na última noite das férias de Natal, já bastante tarde, não paravam de dançar, ao mesmo tempo que recordavam as aventuras que tinham vivido juntas nos últimos dias. Entretanto, Raquel decidiu ir andando para casa, mas Nádia tentou demovê-la, alegando que era perigoso pôr-se à estrada com tanta chuva. Ainda assim, às quatro da manhã, Raquel esquivou-se discretamente, pegou no carro e bazou.Passado muito pouco tempo, voltou a aparecer. Estava muito pálida. Depois de se despedir dos restantes amigos, aproximou-se de Nádia e disse-lhe: "Não podia ir-me embora sem me despedir, pois vou sentir montes de saudades tuas. Foi óptimo conhecer-te e estarás sempre no meu coração." Estupefacta, Nádia tentou tranquilizar Raquel.Também para ela tinha sido muito bom terem-se cruzado, contudo, não era preciso dramatizar tanto. Assegurou-lhe que voltariam a ver-se o mais breve possível e que não havia razão para tanta preocupação. Deram um forte abraço e Raquel partiu novamente, mas, desta vez, com uma profunda tristeza no olhar.A trágica notíciaNa manhã seguinte, enquanto Nádia tomava o pequeno-almoço, bateram à porta de sua casa. Era a polícia. Momentos após ter-se despedido de si, a sua amiga tivera um acidente e consequente morte imediata.Nádia sentiu-se culpada por não ter chegado a dizer-lhe que também gostava muito dela e, agora, era tarde demais... A partir daquele dia, Raquel aparecia todas as noites nos seus sonhos e, mesmo tendo a possibilidade para falar com ela, Nádia nunca descobriu se os sonhos eram reais. Nunca soube se a Raquel a podia realmente ouvir quando lhe dizia que sentia muito a sua falta. Desde então, Nádia aprendeu que deveria viver cada momento da sua vida como se fosse o último, ou seja, regendo-se pela máxima: Carpe Diem!


P.S. Deixem opiniões, tá?

Créditos: Louka Magazine

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